terça-feira, 12 de julho de 2016

Vaticano barra proposta do Cardeal Sarah

Como já era esperado, não demorou para o Vaticano(Leia-se Papa Francisco) bloquear de forma definitiva a proposta do Cardeal Sarah da Santa Missa na Forma Ordinária ser celebrada na direção Ad Orientem ou Versus Deum, para fechar de vez o tema o Padre Frederico Lombardi  Porta Voz da Santa Sé disse para não se usar a expressão "Reforma da Reforma" que foi criada pelo Papa Bento XVI ainda quando Cardeal. Esta rápida resposta do Vaticano ao pedido do Cardeal Sarah deixa claro a oposição que se faz aos feitos do Papa Bento XVI. Abaixo transcrevemos na Íntegra a matéria oficial da Rádio Vaticano. 

Pe. Lombardi: não há novas orientações litúrgicas para o próximo Advento

O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, publicou uma nota de esclarecimento em relação à divulgação de notícias nos meios de comunicação após uma conferência realizada dias atrás em Londres pelo Cardeal Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino.
"O Cardeal Sarah sempre se preocupou com razão, pela dignidade da celebração da Missa, exprimindo-se adequadamente sobre o comportamento de respeito e adoração pelo mistério eucarístico. Algumas de suas expressões foram, no entanto, mal interpretadas, como se anunciasse novas indicações diferentes daquelas até agora contidas nas normas litúrgicas e nas palavras do Papa sobre a celebração em direção ao povo e sobre o rito ordinário da Missa", explica a nota.
Missal Romano
"Por isso - prossegue a declaração - é bom recordar que na Institutio GeneralisMissalis Romani (Instrução Geral do Missal Romano), que contém as normas relativas à celebração eucarística e ainda está em pleno vigor, no nº 299 diz: 'Altare extruatur a pariete seiunctumut facile circumiri et in eo celebratioversus populum peragi possitquod expedit ubicumque possibile sitAltareeum autem occupet locum , ut revera centrum sit ad quod totiuscongregationis fidelium attentio sponte convertatur'. Isto é: 'Onde for possível, o altar principal deve ser construído afastado da parede, de modo a permitir andar em volta dele e celebrar a Missa de frente para o povo. Pela sua localização, há-de ser o centro de convergência, para o qual espontaneamente se dirijam as atenções de toda a assembleia dos fiéis'".
Forma ordinária
"Por sua vez - continua o texto - o Papa Francisco, por ocasião da sua visita à Congregação para o Culto Divino, recordou expressamente que a forma “ordinária” da celebração da Missa é a prevista pelo Missal promulgado por Paulo VI, enquanto a 'extraordinária', que foi permitida pelo Papa Bento XVI para as finalidades e com as modalidades por ele explicadas no Motu Proprio Summorum Pontificum, não deve tomar o lugar da 'ordinária'”.
Portanto - conclui Padre Lombardi - "não são previstas novas orientações litúrgicas a partir do próximo Advento, como alguns erroneamente deduziram de algumas palavras do Cardeal Sarah, e é melhor evitar o uso da expressão 'reforma da reforma', referindo-se à liturgia, devido ao fato que, por vezes, foi fonte de mal-entendidos'".
"Tudo isso - reitera o documento - foi expresso de modo concorde durante uma recente audiência concedida pelo Papa ao Cardeal Prefeito da Congregação para o Culto Divino".

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Biografia de Dom Aldo di Cillo Pagotto

Primeiros dias como Bispo
                                               
Aldo Di Cillo Pagotto nasceu no dia 16 de setembro de 1949, em Santa Bárbara D'Oeste - SP, filho de imigrantes italianos, Aldo recebeu boa formação católica de berço. Ainda na infância entrou na TFP do Dr. Plínio Correia, onde desenvolveu ali os valores católicos principalmente os valores da Família tradicional, e esteve várias vezes presente com o sr. Dr. Plínio. Ainda adolescente se consagrou a Nossa Senhora pelo método de São Luís Maria num dia 31 de maio.

Visita Ad Limina ao Papa Bento XVI

Com o desejo de ser padre, ingressou ainda jovem na Congregação do Santíssimo Sacramento (Os Sacramentinos) cujo carisma é adorar e expandir a devoção ao Santíssimo Sacramento. Cursou uma boa filosofia e teologia no Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário de Caratinga - MG e no Seminário São Pio X dos Sacramentinos. Bacharelou-se em Filosofia e fez especialização em Teologia Dogmática na Universidade Gregoriana de Roma de 1988 a 1991. Em 1977 foi ordenado presbítero e professou os votos perpétuos na Congregação do Santíssimo Sacramento. Foi administrador paroquial de Caputira - MG, professor de Teologia Fundamental no Seminário Diocesano de Caratinga, vigário paroquial da Catedral de Belo Hotizonte, vigário paroquial de Santa Ifigênia, co-formador dos filósofos da Congregação dos Sacramentinos, vigário paroquial de São Benedito, vigário episcopal da Região Metropolitana de Fortaleza, professor de Teologia Fundamental no Instituto Teológico Pastoral do Ceará, vice-provincial dos Sacramentinos e Vigário Geral da Arquidiocese de Olinda e Recife.

Abertura do Jubileu e Sínodo do Centenário da Arquidiocese da Paraíba

Em 1997, São João Paulo II o nomeia para ser Bispo da Diocese de Sobral, foi sagrado bispo por Dom Cláudio Hummes, em Sobral ficou como Bispo até 2004, na época foi eleito presidente do Regional Nordeste 1 da CNBB. Em 5 de maio de 2004 foi nomeado por João Paulo II para suceder a Dom Marcelo Carvalheira na Arquidiocese da Paraíba. Assim que chegou na Arquidiocese proibiu a sacerdotes de se candidatarem em eleições políticas, o que gerou grande conflito com o Padre Luís Couto(PT), Frei Anastácio(PT), Padre Júnior(PT), Padre Adelino...e entre outros. Afastou Padre Luís Couto quando o padre se posicionou a favor da camisinha. Esteve a frente na luta pela transposição do Rio São Francisco desde o início, se posicionou abertamente contra a candidatura de Dilma Rousseff e foi aliado do Governo Cássio(PSDB), na eleição de Dilma lançou cartilha na Arquidiocese pedindo aos fiéis que não votassem em candidatos a favor do aborto.

Em Ordenação na Basílica da Senhora das Neves

Acolheu na Arquidiocese seminaristas e padres oriundos de outras dioceses o que acarretou problemas para ele mais tarde, pois alguns desses padres se envolveram em casos de pedofilia, mas combateu fortemente esses casos suspendo imediatamente tais padres e ele mesmo denunciando a justiça civil. No campo religioso, foi o arcebispo que mais criou paróquias na história da Arquidiocese, e elevou várias igrejas a categoria de Santuários. Em suas homilias sempre destacava os valores cristãos, a defesa da família tradicional, e a moral Católica, bem como a devoção a Imaculada Virgem Maria e um amor enorme pela Paraíba e combatia a teologia da libertação, logo os padres ligados a tal corrente se sentiam incomodados.

Na Cátedra da Paraíba


Dom Aldo também era o presidente da Pastoral da Criança e responsável pela causa de beatificação da Dra. Zilda Arns. Recentemente tinha lançado um livro em defesa da família junto com Dom Athanasius e esteve presente nas manifestações contra o Governo do PT em 2015. E repentinamente várias denúncias a seu respeito começaram a surgir depois do pontificado atual, chegando ao ponto de se abster de ordenar mais padres. Em 6 de julho de 2016, Dom Aldo surpreende a muitos com sua renúncia inesperada e pré-matura, pois ainda teria normalmente quase 10 anos ainda no governo da Arquidiocese. Os Católicos ligados a movimentos conservadores lamentaram a renúncia do arcebispo e alguns chegam a dizer que Dom Aldo fora vítima do "machado da misericórdia" do Bispo de Roma. Já as pessoas ligadas a movimentos progressistas comemoram o afastamento do arcebispo. Dom Aldo agora irá residir com seus irmãos Sacramentinos em Fortaleza e sua história fica eternizada na Terra da Excelsa Virgem das Neves!

Informações exclusivas do Instituto Bento XVI. 

Prefeito da Liturgia pede Missa "Versus Deum" no Rito Novo

Cardeal Sarah propõe importante mudança para a Missa a partir do Advento


O Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Robert Sarah, propôs uma mudança importante para a celebração das Missas a partir do primeiro Domingo do Advento deste ano.
Na conferência inaugural do evento Sacra Liturgia UK 2016 que acontece em Londres entre os dias 5 e 8 de julho, o Cardeal Sarah afirmou que “é muito importante que voltemos o mais rápido possível a uma mesma direção, dos sacerdotes e de todos os fiéis na mesma direção: para o oriente ou pelo menos para o tabernáculo”.
Quando um sacerdote celebra a Missa Ad Orientem, em certas partes da Missa olha de frente para o “leste litúrgico”, ou seja, para o altar e de costas para os fiéis. Esta é uma prática comum na forma extraordinária da Missa. De frente para o povo, ou versus populum, é a prática estendida na forma ordinária da Eucaristia.
O que o Cardeal Sarah sugere, embora não de maneira oficial, seria uma mudança importante em relação à celebração da Missa, desde que o Papa Emérito Bento XVI decidiu liberar a forma extraordinária – em latim e Ad Orientem – com o motu proprio Summorum Pontificum em julho de 2007.
O Cardeal africano pediu aos sacerdotes que sejam prudentes na implementação da modificação que sugeriu ontem em Londres.
“Assim, queridos sacerdotes, peço-lhes para que implementem essa prática sempre que possível, com prudência e com a catequese necessária, certamente, mas também com a confiança pastoral de que isso é algo bom para a Igreja, algo bom para o nosso povo”, afirmou.
O Cardeal propôs que comecem “no primeiro Domingo do Advento (27 de novembro) deste ano, quando esperamos ‘o Senhor que vem’ e que não demorará a chegar”.
Na conferência, o Cardeal Sarah explicou que o Papa Francisco lhe pediu começar um estudo sobre “a reforma da reforma” para adaptar as mudanças litúrgicas do Concílio Vaticano II, e que este estudo busca “o enriquecimento das duas formas do rito romano”: a ordinária e a extraordinária.
Por que celebrar a Missa Ad Orientem?
Em 23 de maio deste ano, o Cardeal Robert Sarah concedeu uma entrevista à revista francesa ‘Famille Chretienne’, em que afirmou que “o melhor meio” para que Deus seja o centro da liturgia é “celebrar –sacerdotes e fiéis – todos na mesma direção: para o Senhor que vem. Não se trata, como se entende às vezes, de celebrar de costas para o povo ou olhando para eles. O problema não é esse”.
“Trata-se de olhar todos juntos para a abside que simboliza o oriente onde está o trono da cruz do Senhor ressuscitado”, precisou.
“Com esta maneira de celebrar, experimentaremos, também com o corpo, a primazia de Deus e da adoração. Compreenderemos que a liturgia se trata em princípio de nossa participação no sacrifício perfeito da cruz”.
Além disso, explicou o Cardeal, com o Concílio Vaticano II, “celebrar olhando ao povo se converteu em uma possibilidade, mas não é uma obrigação. A liturgia da palavra justifica que se vejam cara a cara o leitor e o povo, o diálogo e a pedagogia entre o sacerdote e seu povo. Mas como chegamos logo ao momento em que alguém se dirige a Deus – do Ofertório em diante – é essencial que o sacerdote e os fiéis olhem juntos para o Oriente. Isto corresponde exatamente ao que queriam os padres conciliares”.
“Como Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, desejo recordar que a celebração Ad Orientem está autorizada pelas rubricas, que especificam os tempos em que celebrante deve virar para o povo. Portanto, não é necessário ter uma permissão especial para celebrar olhando para o Senhor”.
Que a liturgia não seja um espetáculo
Na entrevista com ‘Famille Chretienne’, o Prefeito também disse que deseja “exortar uma grande reflexão sobre este tema para devolver a Eucaristia ao centro de nossa vida. Constato que muitas de nossas liturgias se convertem em um espetáculo”.
“Com frequência – continuou –, o sacerdote já não celebra o amor de Cristo através de seu sacrifício, mas um encontro entre amigos, uma partilha, um momento fraterno. Ao procurar inventar liturgias criativas ou festivas, corremos o risco de um culto muito humano, à altura de nossos desejos e das modas do momento”.
O Purpurado africano explicou que, com esta forma através da qual alguns sacerdotes encaram a Missa, “pouco a pouco os fiéis se afastam de quem nos dá a vida. Para os cristãos, a Eucaristia é uma questão de vida ou morte!”.
“A liturgia é a porta da nossa união com Deus. Se as celebrações eucarísticas se transformarem em autocelebrações humanas, o perigo é imenso porque Deus desaparece. Devemos começar a colocar Deus novamente no centro da liturgia”.
O Cardeal Sarah advertiu também que “se o homem for o centro da liturgia, a Igreja se converte em uma sociedade puramente humana, uma simples ONG, como disse o Papa Francisco”.
“Se, pelo contrário, Deus está no coração da liturgia, então a Igreja reencontrará seu vigor e sua seiva! ‘É na forma de tratar a liturgia que se decide a sorte da fé e da Igreja’, escreveu de maneira profética o Cardeal Joseph Ratzinger”.

Via: ACI 

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Papa Francisco aumenta seu poder de destituir Bispos


No dia 4 do mês passado o Papa Francisco lançou o Motu Proprio “COME UNA MADRE AMOREVOLE” “Como uma mãe amorosa” que trata da remoção de bispos. O documento vai além do que define o Código de Direito Canônico e dá poderes para o Papa destituir qualquer bispo que infrinja o artigo 1º do Motu Proprio que diz: “O Bispo diocesano ou Eparca, ou aquele que, mesmo que a título temporário, tem a responsabilidade por uma Igreja particular ou por outra comunidade de fieis equiparada a essa... pode ser legitimamente removido do seu cargo, se tiver, por negligência, feito ou omitido atos que tenham provocado grave dano a outros, tratem-se de pessoas físicas ou de uma comunidade em seu conjunto. O dano pode ser físico, moral, espiritual ou patrimonial”.

Antes o Bispo teria de renunciar ou o Papa o destituir de acordo com o Código de Direito Canônico. A partir de agora o Papa o pode fazer de acordo os artigos do novo documento.

Será que virá mais “Monsenhores Rogelio Livieres” por aí?


Acesse a integra do documento: http://w2.vatican.va/content/francesco/it/motu_proprio/documents/papa-francesco-motu-proprio_20160604_come-una-madre-amorevole.html

Autora de denuncia contra Dom Aldo recebeu dinheiro para mentir


Mariana José Araújo da Silva, suposta autora da carta que denuncia atos homossexuais dentro da Arquidiocese da Paraíba, envolvendo o arcebispo Dom Aldo Di Cillo Pagotto, negou qualquer relação com o conteúdo do documento, em depoimento ao delegado responsável pelo caso, Antonio Brayner, no último mês de agosto.
No depoimento, apesar de admitir que assinou a carta, Mariana José negou a autoria e afirmou não conhecer as pessoas ou personagens criadas na denúncia. A mulher ainda afirmou ser muito ingênua, que estaria sendo manipulada por outras pessoas que têm a intenção de manchar a imagem do Arcebispo e que recebeu dinheiro para ir adiante com essa denúncia.
Entenda o caso – Mariana teria escrito uma carta denunciando que atos homossexuais dentro do Palácio do Bispo. No documento, ela detalhava que o Arcebispo e outros padres mantinham relações e comportamentos libidinosos no local.
A carta explica que ela teria tomado conhecimento desses atos por meio da denúncia de um jovem que estava perturbado e que precisava desabafar. Segundo a carta, esse rapaz teria se envolvido com Dom Aldo.
De acordo com o documento, o jovem estava desiludido e contou tudo o que ocorria no local e Mariana, por sua vez, teria se sentido na obrigação de expor esses acontecimentos, por isso publicou a carta.
 A Matéria acima foi publicada em 27/10/15 no Portal MaisPB, o julgamento do caso será dia 14 deste mês de Julho do ano de 2016. 



quarta-feira, 6 de julho de 2016

Arcebispo da Paraíba é forçado a Renunciar!


Desde que Dom Aldo di Cilo Pagotto chegou a Arquidiocese da Paraíba que foi fortemente rejeitado pelos Padres ligados a Teologia da Libertação em seu currículo o Arcebispo carrega a formação pela TFP. Religioso Sacramentino foi Ordenado em 7 de Dezembro de 1977 e Sagrado Bispo em 31 de Outubro de 1997 com o Lema “Um só Corpo e um só Espirito” após ser Bispo de Sobral no Ceará foi nomeado Arcebispo Metropolitano da Paraíba. 

No seu governo pastoral se destacou pela uma incansável luta contra o Comunismo e participou dos protestos que derrubaram o Governo Dilma. Também foi um forte defensor da família Tradicional o que o levou a se tornar inimigo do Lobby Gay. No ano passado lançou junto com Dom Dom Robert Vasa (Bispo de Santa Rosa, Califórnia) e Mons. Athanasius Schneider (Bispo auxiliar de Astana, Casaquistão) o livro Opção Preferencial Pela Família que se tornou no Brasil o refugio para os Católicos que não querem seguir a doutrina “Anglicana” do Sínodo da Família.

Por diversas vezes o clero libertário fez baixos assinados para lhe remover da Cátedra, mas sem sucesso. Mas recentemente as coisas mudaram e a pressão do Vaticano na era Francisco aumentou ao ponto de lhe tirarem algumas funções episcopais como a de ordenar, passado muito tempo sem lhe ser restituído os poderes, não lhe sobrou outra saída a não ser renunciar antes de completar a idade canônica. No dia de hoje Sua Santidade o Papa Francisco aceitou a renuncia e nomeou Dom Genival Saraiva como Administrador Apostólico durante a vacância.

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.

2 Timóteo 4:7

terça-feira, 5 de julho de 2016

Imagem da semana 05/07/16


O Neo-sacerdote Padre James Mawdsley concede a benção após a sua primeira Santa Missa na França. O sacerdote é da Fraternidade São Pedro. 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Profanação na Catedral de Orleans


Durante os protestos contra o massacre no estado americano de Orlando a Catedral da Santa Cruz de Orleans na França foi profanada com as cores do movimento Gay. 

A forma mais eficaz de combater o terrorismo Islâmico é pela luta armada com um Ocidente unido. Mas não é isso que vemos, pelo contrário o Ocidente está com as portas abertas para a entrada de Islâmicos sem qualquer critério, uma verdadeira invasão de Cavalo de Troia e na inercia que o Globalismo nos colocou só restou como resposta protestos idiotas sem efeito algum no combate ao terrorismo mas que tem grandes efeitos na destruição da Civilização Cristã. 

Roguemos a Deus que a Catedral de Orleans seja desagravada pela oração dos pobres fieis que são perseguidos pelo mundanismo que se instalou no seio da fé. 

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Um homem de fé perante uma sociedade em pedaços



Na ultima sexta(27) o Príncipe Imperial do Brasil Dom Bertrand participou de uma entrevista no programa Mariana Godoy Entrevista. Durante a entrevista e após era notório o entusiamos de setores monárquicos e por outro lado de incomodo por parte de pessoas liberais moralmente. Tudo isso pelo simples fato de Dom Bertrand e a Família Imperial não se vendem ao globalismo barato da ONU onde se substitui Deus por um panteísmo barato sem valores morais. Qualquer um que se opõe a essa onda globalista é tido como ultrapassado. Mas também o príncipe mostrou a diferença entre o republicanismo onde políticos falam para animar plateia e um monarca que não abre mão de suas convicções porque não precisa de votos e por isso pensa no futuro da nação. Veja algumas frases dele na entrevista. 

  • “Em primeiro lugar, é preciso distinguir questões de Estado de questões de Governo. Questões de Estado de questões de Governo. Questões de Estado são aquelas que interessam ao conjunto da Nação, que têm ligação com os rumos gerais da Nação, para as futuras gerações, e que não podem estar sujeitas às mudanças sucessivas dos governos. Por exemplo, a Justiça, a segurança interna e externa, a diplomacia, não podem estar mudando continuamente conforme o partido de turno. São questões a longo prazo!”
  • Eu sou católico, graças a Deus! É a minha opinião, minha convicção absoluta, que a Religião Católica é a única verdadeira. Mas no Império não havia perseguição religiosa, nunca houve e ninguém pensa em haver uma perseguição religiosa. A nossa opinião é que era precisa favorecer a Religião Católica, convencer as pessoas que é a melhor das religiões, aliás, como sempre foi na nossa História. Agora, perseguições religiosas, não há razão nenhuma!”
  • “Nas condições atuais, não há condições para restaurar a união da Igreja com o Estado.”
  • “O Brasil tomou uma série de empréstimos que não eram proporcionais às nossas necessidades. Nós temos um governo hipertrofiado que custa excessivamente caro ao conjunto da Nação. O resultado é que a dívida externa e interna vai aumentando dia a dia. Isso eu acho uma injustiça para o povo brasileiro.”
  • “Uma Nação é, antes de mais nada, uma grande família com um destino em comum a realizar. Uma Nação não é uma empresa, uma Nação sobretudo não é uma disputa contínua de partidos políticos, onde um está se digladiando com o outro e o que interessa são as futuras eleições, e não as futuras gerações. A grande diferença da República com a Monarquia é que as Repúblicas estão continuamente pensando nas futuras eleições, na Monarquia os reis pensam nas futuras gerações.”
  • “As Monarquias resultaram da ordem natural das coisas, foi uma continuação da família, em que existe um vínculo de afeto e de confiança entre o Chefe de Estado e o povo. Um vinculo de proteção, um vínculo que estimula as qualidades do povo.”
  • “Basta ir a Brasília para ver aqueles carrões na rua, aquela fartura, etc., etc., tão diferente do resto do Brasil.”
  • “A democracia não pode limitar-se a pôr um papelzinho em uma caixa a cada quatro anos, hoje em dia, apertar um botão. A democracia é um regime no qual existe uma verdadeira representatividade, quer dizer, no qual o representante é conhecido e pode ser controlado pelos seus representados.”
  • “Nunca houve nenhuma perseguição nessa matéria [homossexualidade]. Mas eu pessoalmente sou a favor da manutenção da tradição nessa matéria. Nunca houve perseguição, não há razão nenhuma para se estabelecer perseguições a esse respeito. Apenas se cumpra a Lei de Deus. Está na Sagrada Escritura! A Lei de Deus não admite [casamento entre pessoas do mesmo sexo].”
  • “A História é absolutamente fundamental para um povo. Quem não sabe de onde vem, não sabe para onde vai.”
  • “A condição essencial para que haja um Parlamentarismo é que haja um Chefe de Estado suprapartidário. O que tem acontecido com frequências nas Repúblicas é que há o presidente da República de um partido e o primeiro-ministro de um partido contrário. E o que se assiste aí? Uma verdadeira batalha entre o primeiro-ministro e o presidente da República. Um quer derrubar o outro, para que o seu partido vença as próximas eleições. Quem é que sofre? Qual é o campo de batalha sobre o qual se dá essa disputa? É o povo!”
  • “O que nós estamos fazendo no momento é o que nós não tivemos tempo de fazer antes: formar quadros, formar uma elite monárquica, formar futuros dirigentes, pessoas conscientes da importância da Monarquia, que procurem atuar sobre o conjunto da opinião pública, para mostrar aos brasileiros a superioridade da Monarquia.”
  • “A aceitação da ideia monárquica é cada vez maior. Muitas pessoas pensaram que o plebiscito seria a pá de cal sobre o ideal monárquico no Brasil. E não foi! Foi exatamente o contrário.”
Para quem perdeu a entrevista veja em: https://www.youtube.com/watch?v=HiApDzJdAg0
Frases retiradas do Site Causa Imperial.