sexta-feira, 5 de agosto de 2016

IBP: Mais 4 Ordenações para o Brasil

Embora a notícia seja de Junho, noticiamos agora. Com a graça de Deus as vocações Brasileiras no Instituto do Bom Pastor já somam 7 sacerdotes e 2 diáconos. O IBP foi fundado em 2006 com as bençãos de Bento XVI, concedendo-lhes permissão para manter todo patrimônio litúrgico e disciplinar tradicional conforme os livros litúrgicos anteriores a reforma de Paulo VI, além da autorização em seus estatutos para fazer uma crítica construtiva do Vaticano II.  No Brasil mantém missões em Brasília, São Paulo, Belém, Curitiba e outras cidades quando solicitados e com autorização dos Bispos locais. 
Missa Neo-sacerdotal do Padre José Zucchi em São Paulo/Brasil
Com grande alegria noticiamos que neste sábado, dia 25 de junho, Festa de São Guilherme Abade, ocorreu mais uma cerimônia de ordenação do Instituto Bom Pastorna Paróquia Saint-Éloi, na cidade de Bordeaux, França. Sua Excelência Revma. Dom François Bacqué, Núncio Apostólico e Arcebispo Titular de Gradisca, ordenou cinco novos sacerdotes e também cinco novos diáconos. Entre os sacerdotes, dois brasileiros: Padre José Luiz Zucchi, de São Paulo, e o Padre Thiago Bonifácio da Silva, de Belo Horizonte; também  foram ordenados sacerdotes um francês, Pe. Guillaume Touche, um chileno, Pe. Adolfo Hormazábal, e um polonês, Pe. Wojciech Pobudkowski. Entre os diáconos, também mais dois brasileiros – o Diác. Ivan Chudzik e o Diác. Marcos Vinicius Mattke, ambos do Paraná.
Louvemos e agradeçamos a Deus pela imensa bondade de não cessar jamais de conceder padres à sua Santa Igreja. Hoje, cinco padres, mais cinco padres que irão se dedicar à Missa Tradicional, exclusivamente. E, assim, continua crescendo o Instituto Bom Pastor, também por meio das vocações brasileiras, que já entregaram até agora, portanto, o total de sete padres para esse belo apostolado. 



Notícia retirada do Blog Missa Tridentina em Brasilia que noticia as celebrações da Capela de Nossa Senhora das Doras/IBP

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Catolicismo, Cerveja e Cigarro: União perfeita

DE MUITOS DEVE ser a dúvida pós-revolução "jujuba": o consumo do álcool e do tabaco é pecado? Resposta: Não. Muito obrigado, até a próxima!

Só isso? Sinceramente eu queria que sim, mas algumas coisas precisam ser trazidas à luz. Se olharmos para a história pós-descobrimento das Américas, veremos que já existiram muitas dúvidas sobre a postura pecaminosa diante de certos hábitos adquiridos com os povos estrangeiros. E uma das controvérsias foi sobre adivinhe o quê? Isso mesmo, o café!

Bento XVI comemorando seu aniversário

Sim, o hábito de ingerir café foi aprendido dos maometanos. Muitos clérigos achavam que o café era uma invenção satânica (diziam isso por causa dos efeitos da cafeína, sobretudo em excesso, no corpo humano). Diz a tradição que, após alguns sacerdotes italianos insistirem que o papa Clemente VIII proibisse o consumo de café, este provou a bebida e, logo após, disse: O café é tão bom que não podemos deixá-lo para Satanás!

Isso aconteceu na época de Clemente VIII com o café e, por uma infantilização da sociedade, acontece hoje com o tabaco e com o álcool. Evidentemente, já houve outras controvérsias sobre o uso do tabaco. Do que estou falando? Não, não é sobre o fumo, mas sobre mascar tabaco antes e durante a celebração da Santa Missa. Na época, as pessoas viviam mais o primeiro Mandamento: amar a Deus acima de tudo. Isto mesmo: a Deus. Por isso estavam preocupados com a Liturgia e queriam saber se mascar tabaco era considerado uma quebra do jejum eucarístico. – Ah, quem dera fosse essa a preocupação dos cristãos de hoje!
Bento XVI enquanto cardeal

 “Mas fumar provoca câncer e beber a embriaguez, além de que ambos os produtos viciam”, dirá algum leitor. Acalme-se, vamos arrumar essa expressão: ingerir tabaco e álcoolem excesso pode provocar o vício e outros tipos de males. Ora, nesse caso, trata-se de idolatria (já que não se consegue manter o controle do hábito e põe-se a criatura, no caso o tabaco ou o álcool, como fim último), mas, veja que interessante, os mesmos que condenam o uso do tabaco e do álcool são desmesurados em muitas outras coisas, inclusive no vício da insensibilidade.
São João XXIII fumando

“Virtus in medium est”, disse Aristóteles; “a virtude está no meio”. No meio de quê? No meio termo entre dois vícios: A intemperança (ou gula) e a insensibilidade. A intemperança se dá quando se abusa de algo por excesso; a insensibilidade, quando se “abusa” da falta de algo, que é quando se trata a criatura como intrinsecamente má. Ora, isso é resquício de gnosticismo, uma parte dessa heresia que é combatida pela Igreja desde a era apostólica, vide a controvérsia da carne (conf. ICor 8; At 10, 14-15). Como disse Chesterton, “nenhum animal nunca inventou nada tão mau quanto a embriaguez – ou tão bom como a bebida”.

Este grande jornalista inglês (que também era um inglês muito grande), Gilbert Keith Chesterton, proclamado pelo Papa Pio XI Defensor da Fé Católica post mortem, também já dizia que na Igreja Católica o trago, o cachimbo e a Cruz podem andar juntos.
A regra sadia nessa questão parece ser a mesma de muitas outras regras saudáveis – um paradoxo. Beba por estar feliz, mas nunca por se sentir extremamente infeliz. Nunca beba quando estiver infeliz por não ter uma bebida, ou irá parecer um triste alcoólatra caído na calçada. Mas beba quando, mesmo sem a bebida, estaria feliz, e isso o tornará parecido com um risonho camponês italiano. Nunca beba por precisar disso, pois tal ato racional é o caminho para a morte e o inferno. Mas beba por não precisar disso, pois beber irracionalmente é a antiga fonte de saúde do mundo.
Monges Trapistas fabricando Cerveja

“Mas faz mal”, dizem alguns. Reproduzo aqui ipsis litterisas palavras de Sávio Breno, integrante do grupo "Escolástica da Depressão", que, em minha opinião são fundamentais: Fazer mal à saúde por si só não é o suficiente para tornar uma conduta pecaminosa. Fosse assim, ninguém poderia comer hambúrguer, beber refrigerante, morar numa grande metrópole ou mesmo jejuar.... São as circunstâncias desse dano à própria saúde que podem ou não o tornar ilícito (vários textos de bons autores católicos na internet explicam essas circunstâncias mais detalhadamente). O problema das drogas, na verdade é outro: a alteração de consciência que elas causam. O cigarro não causa esse tipo de alteração (o álcool só causa quando em excesso), portanto, em circunstâncias normais, seu uso é moralmente neutro. Ou seja, quem quiser dar uma de hobbit e praticar a "arte" da erva-de-cachimbo, pode fazê-lo sem peso na consciência.

Um último argumento que acho necessário tratar aqui é um que ouvi incontáveis vezes ao tratar de tal assunto: “Mas eu já tive problemas com bebida e cigarro”. Minha resposta a esse tipo de contestação é sempre a mesma: “e daí?”. Muito rude? Talvez. O problema é que nessa simples fala ('eu já tive problemas com bebida e cigarro"), em se tratando de normas de conduta de diversas pessoas, está subentendido que a regra de conduta é baseada naqueleindivíduo, nas suas experiências, dificuldades, limitações e opiniões. Ora, se formos seguir por este caminho, teríamos que afirmar que não existe nem moral, nem Magistério e nem nada que seja exterior ao sujeito (filosoficamente, vou tratar deste assunto num outro artigo para o movimento'Somar Para Vencer', onde tratarei da relação entre Ideologia e Senso Comum). Em suma, tal fala que visa ser regra para as ações de outros seres humanos é uma fala soberba e cátara (porque pressupõe que aquele indivíduo é puro, e todos os demais devem ser como ele).

Termino indicando a leitura do artigo "A Igreja Católica e o Tabagismo: Uma revisão histórica", que explica muito bem o assunto de um ponto de vista histórico. Indico também o artigo "O trago, o fumo e a Cruz podem andar juntos", do qual copio descaradamente o último parágrafo. Sendo assim, caro irmão católico, deixe de ser tacanha e protestante, e pare de julgar seus irmãos que nada estão fazendo de mal; tome uma taça de vinho, relaxe, ria, seja uma pessoa simpática e de bom convívio. O tacanhismo causa muito mais males à alma e ao corpo do que uma garrafa de cerveja trapista ou um fornilho cheio de Dunhill965.

Via: O Fiel Católico

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Igreja Francesa estava em plena comunhão com Roma



A Polícia cumpre ordem judicial de desocupação da igreja de Santa Rita, enquanto o Padre Guillaume de Tanoüarn, do Instituto do Bom Pastor (IBP), celebrava a Santa Missa. O padre Jean-François Billot, também do IBP, foi agredido e retirado à força.
Segundo o Padre de Tanoüarn, em entrevista ao Le Figaro, “esta igreja foi construída em 1905 por um grupo de anglicanos que se diziam católicos, e que tinham por objetivo anunciar o fim do mundo entre os cristãos. Esse grupo espiritual, não tendo herdeiros, decidiu alugar essa igreja aos auto-proclamados galicanos, católicos dissidentes que não pagavam o aluguel. A associação [proprietária da igreja] então decidiu vender a um empreendedor. A comunidade católica, sentindo-se abandonada, pediu-me para vir celebrar a missa, o que fiz. No momento da expulsão, tínhamos duas missas cheias celebradas a cada domingo na igreja de Santa Rita”. O padre atendia aos fiéis na igreja de Santa Rita desde novembro do ano passado.
Segundo o sacerdote católico, um dos fundadores, em 2006, do Instituto do Bom Pastor, entidade de Direito Pontifício, não houve profanação das espécies sagradas. De acordo com De Tanoüarn, “a destruição programada da igreja de Santa Rita levanta a questão sobre todas as igrejas vazias na França. Elas devem ser reconhecidas como lugares sagrados e protegidas mesmo se elas não são ‘rentáveis'”.

Via Fratres In Unum e Jornal Le Figaro

Por favor parem de espalhar a mentira de que a igreja estava sendo usada por cismáticos e heréticos. 

Fieis são expulsos de Igreja pelo governo Francês


Católicos foram expulsos a força da Igreja de Santa Rita em Paris na manhã de hoje. O motivo é que o templo vai ser transformado em estacionamento, houve resistência dos fieis e estes foram retirados pelas tropas do presidente socialista Hollande. Incrível a crueldade com que os cristãos franceses são tratados e o amor que os islâmicos recebem, por isso tanta maldição sobre a França, esperamos que um dia volte para casa a filha primogênita da Igreja. 



terça-feira, 2 de agosto de 2016

Papa institui Comissão sobre o Diaconato das mulheres

Como era temido pelos Católicos fieis a Santa Doutrina, O Santo Padre resolveu abrir uma comissão para analisar o diaconato feminino, apriori se diz que não se trata de ordenação sacramental, mas sabemos perfeitamente que o espirito revolucionário que não é o de Cristo age na surdina para implantar uma ideologia igualitária de classes, condenadas pelos Papas anteriores, inclusive por São João Paulo II. Esta comissão é um desrespeito e afronta a unidade da Igreja. 
Veja a seguir matéria oficial da Rádio Vaticano publicada hoje(2 de Agosto de 2016). 
Depois de intensa oração e de uma amadurecida reflexão, Sua Santidade decidiu instituir a Comissão de Estudo sobre o Diaconato das mulheres, chamando a fazer parte:
Presidente:
Dom  Luis Francisco Ladaria Ferrer, S.I., Arcebispo tit. de Tibica, Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé.
Membros:
Irmã Nuria Calduch‑Benages, M.H.S.F.N., Membro da Pontifícia Comissão Bíblica;
Profa. Francesca Cocchini, Docente na Universidade «La Sapienza» e no Instituto Patrístico «Augustinianum», Roma;
Mons. Piero Coda, Diretor do Instituto Universitário «Sophia», Loppiano, e Membro da Comissão Teológica Internacional;
Pe. Robert Dodaro, O.S.A., Diretor do Instituto Patrístico «Augustinianum», Roma, e Docente de patrologia;
Pe. Santiago Madrigal Terrazas, S.I., Docente de Eclesiologia na Pontifícia Universidade «Comillas», Madri;
Irmã Mary Melone, S.F.A., Reitora Magnifica da Pontifícia Universidade «Antonianum», Roma;
Pe. Karl‑Heinz Menke, Docente emérito de Teologia dogmática na Universidade de Bonn e Membro da Comissão Teológica Internacional;
Pe. Aimable Musoni, S.D.B., Docente de Eclesiologia na Pontifícia Universidade Salesiana, Roma;
Pe. Bernard Pottier, S.I., Docente no «Institut d'Etudes Théologiques», Bruxelas, e Membro da Comissão Teológica Internacional;
Profa. Marianne Schlosser, Docente de Teologia espiritual na Universidade de Viena e Membro da Comissão Teológica Internacional;
Profa. Michelina Tenace, Docente de Teologia fundamental na Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma;
Profa. Phyllis Zagano, Docente na «Hofstra University», Hempstead, Nova Iorque. (SP)

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Vaticano autoriza ordenações da FSSPX


Mesmo ainda não estando resolvida a situação canônica da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, a Congregação para doutrina da fé deu autorização para que ela realize ordenações sacerdotais sem precisar pedir permissão aos bispos locais de cada lugar. Para muitos esta seria uma amostra clara de que a Santa Sé já está próxima de dar o pleno reconhecimento e que constitua a Fraternidade em Prelazia Pessoal no estilo da Opus Dei. As questões que ainda impediam o reconhecimento são temas pastorais do Concilio Vaticano II, mas segundo fontes o Santo Padre Francisco teria exigido apenas a profissão do Credo-Niceno-Constantinopolitano. A Congregação para Doutrina da Fé teria dado este indulto e exigido apenas que os nomes dos ordenados sejam entregues a Santa Sé. 

Abaixo a integra da matéria do Blog Adelante la fé.

El pasado 2 de julio, Mons. de Galarreta, obispo auxiliar de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X, fundada por Mons. Lefebvre, ordenó a un sacerdote en la parisina iglesia de Saint Nicolas du Chardonnet. Durante su homilía dio una importante información que ha pasado muy desapercibida para los medio,s pues afirmó textualmente que las ordenaciones sacerdotales que han realizado este año cuentan con el visto bueno de la Congregación para la Doctrina de la Fe, por lo que no incurrirán en sanción canónica alguna por las mismas. He aquí el extracto
Tengo conmigo la carta que me ha entregado Su Excelencia monseñor Fellay, en la que la Congregación para la Doctrina de la Fe nos dice, ha dicho al Monseñor, que podemos proceder a las ordenaciones sin pedir el permiso de los ordinarios del lugar; que basta con darles los nombres de los ordenados, cosa que haremos por supuesto como corresponde. Es decir, que no somos ni cismáticos ni ilegales.
Ofrecemos a continuación nuestra traducción del Sermón.
***
Sermón de Mons. de Galarreta del 2 de julio de 2016 a San Nicolás de Chardonnet – Ordinación del Abad Sabur
Sermón de Mons. de Galarreta del 2 de julio de 2016 a San Nicolás de Chardonnet – Ordinación del Abad Sabur
Asistimos ante una terrible misión de demolición de la moral católica, de la fe católica, del culto católico de la verdadera religión.
 En el nombre del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo, Amen.
Muy queridos hermanos,
Querido abad Sabur,
Muy queridos fieles,
Ministro, embajador, apóstol, servidor de Nuestro Señor Jesucristo, dispensador de los misterios de Dios
El Apóstol San Pablo nos resume su idea del sacerdocio diciéndonos que los hombres deben ver en nosotros ministros de Cristo y dispensadores de los misterios de Dios. Ministros, embajadores, apóstoles, servidores de Nuestro Señor Jesucristo, dispensadores de los misterios de Dios. Que esto sea la verdadera Fe, la doctrina, los sacramentos, la gracia de Dios, todas las riquezas contenidas en la Iglesia y en el Corazón de Nuestro Señor Jesucristo, el santo Sacrificio de la misa, mysterium fidei.
Y San Pablo añade : «Lo que se requiere, lo que se exige del ministro es que sea fiel». Que sea fiel a Aquel a cuyo servicio está, de quien él es ministro. Que sea fiel en transmitir aquello que ha recibido, lo tesoros de Dios que ha recibido: la verdad y la gracia de Nuestro Señor Jesucristo, y los conceda gratuitamente, con generosidad. Y en el pontifical romano, la Iglesia nos dice cuáles son las potestades del sacerdote. El sacerdote debe ofrecer, ofrendar el santo Sacrificio, bendecir, precisar, predicar y bautizar; éstas son las facultades sacerdotales.
Para empezar : ofrecer el santo Sacrificio de la misa, reanudar el sacrificio de la Cruz. Pues el centro del culto está ahí, es el acto esencial por el cual los hombres y la Iglesia, con Nuestro Señor Jesucristo a la cabeza, cumplimos nuestro deberes religiosos para con Dios de una manera perfecta y consumada. Es el acto perfecto de religión de los hombres hacia Dios. Al mismo tiempo, el sacerdote debe ofrecer este sacrificio que es la fuente de todos los bienes y de todas las gracias.
El santo Sacrificio de la misa es como el foco de la redención que está siempre presente con nosotros, para nosotros. Es la redención siempre fecunda en gracias de todo tipo: gracias de conversión, gracias de purificación, de perseverancia, de santificación, de salud. La fuente y el santo Sacrificio de la misa. Es ahí, dice la Iglesia, donde se hace reparación por todos nuestros pecados; pecados que todos cometemos cada día, y donde somos purificados y renovados. En cada misa.
Y la Iglesia va mucho más lejos y nos dice que cada vez que se celebra el misterio de la Víctima que está sobre el altar se cumple la obra de la Redención, se realiza la obra de la Redención, cada vez que se celebra el misterio de la santa misa. Entonces comprendemos que, esencialmente, el sacerdote está hecho para el santo Sacrificio de la misa.
« Aquel que se aparta, que se aleja y que no permanece en la doctrina de Cristo no posee a Dios »
Pero al sacerdote le corresponde predicar. Es decir, enseñar y enseñar la verdad. Y además la verdad revelada, aquello que nos ha sido revelado por Dios y esencialmente transmitido por Nuestro Señor Jesucristo y después por los Apóstoles, por la Santa Iglesia.
Prediquen entonces la verdadera doctrina, y esta doctrina en su pureza e integridad. El sacerdote es un ministro, no puede añadir, ni puede suprimir, ni puede cambiar nada. Debe transmitir la verdad inmutable pues se trata de la Fe y de Dios, y de cosas sobrenaturales, no de trivialidades de todos los días. Entonces, debe transmitir estas verdades inmutables con fidelidad.
Y San Pablo insiste. Por ejemplo, dice a Timoteo: «Guarda el depósito de la Fe por el Santo Espíritu que habita en nosotros». Y habla por lo tanto al respecto, ha dicho propiamente del sacerdocio, del Espíritu Santo que habita en el alma del sacerdote por la ordenación, que es recibido entonces para mantener celosamente y proteger este depósito de la fe.
El apóstol San Juan nos dice: «Aquel que se aparta, que se aleja y que no permanece en la doctrina de Cristo no posee a Dios». «Y aquel que permanece en la doctrina de Cristo, posee al Padre y al Hijo». Por lo tanto el sacerdote enseña la verdadera Fe y la confiesa ante los hombres. «Pero a todo el que se avergüence de mí y de mi doctrina, ante los hombres, yo me avergonzaré de él ante el Padre». Y con más razón del sacerdote que no confiese, que no defienda esta Fe. Pues si existe la verdad revelada por Nuestro Señor, también existe el error, existe la herejía, existe el engaño, y todo esto en la vida de la Iglesia.
Por tanto el sacerdote no sólo debe defender la Verdad sino combatir el error, y combatirlo públicamente. Y no sólo debe denunciar los errores, sino también a quienes difunden los errores. Un pastor no puede, al hablar a sus ovejas, dejar de decirles que hay que poner atención a los lobos. Debe advertirles cuando el lobo se encuentra en el redil. Por consiguiente, el sacerdote está hecho para predicar la verdad de Nuestro Señor Jesucristo.
Después, se dice que el sacerdote debe bendecir y bautizar. Ese es el oficio de santificador.
El sacerdote está hecho para comunicar la gracia de Dios a las almas y por tanto las virtudes de Nuestro Señor Jesucristo, la santidad de Cristo, la santidad de Dios.
Está hecho, pues, para transmitir, para enseñar, para comunicar la verdadera vida sobrenatural a las almas, y toda su acción está destinada a esta obra de santificación, sin punto de perversión evidentemente.
Por eso dice también el pontifical que debe gobernar, que debe dirigir, que debe guiar. Así se manifiesta el poder de la autoridad que tiene el sacerdote sobre las almas, sobre los fieles, sobre el pueblo de Dios.
A eso está ordenada precisamente esta potestad para guiar y  dirigir y, en consecuencia, él tiene esta autoridad a fin de establecer el reino de Nuestro Señor Jesucristo. En las almas y enseguida en las familias, por consecuencia en las instituciones, la sociedad, las naciones: «Id y enseñad a todas las naciones».
« Asistimos ante una terrible misión de demolición de la moral católica, de la fe católica, del culto católico de la verdadera religión ».
Ahora, estimado abad, tendrá que ejercer este ministerio, tan elevado, tan necesario, tan saludable, en tiempos de crisis, en un tiempo de crisis profunda. Crisis en la sociedad en medio de la cual vivimos, a la cual pertenecemos. Crisis profunda en el seno de la Iglesia misma, al interior de la santa Iglesia misma. Asistimos ante una terrible misión de demolición de la moral católica, de la fe católica, del culto católico de la verdadera religión.
Al mismo tiempo, el hombre es exaltado y sustituye a Dios, del culto de Dios pasamos al culto del hombre. De la realeza de Nuestro Señor Jesucristo a la independencia, autonomía y realeza del hombre. Entonces es el hombre quien crea la verdad, es el hombre quien crea la moral,  quien determina lo que es verdadero y lo que es falso, el bien y el mal.
El problema profundo en la Iglesia es que ha querido adaptarse a este mundo, tal vez siendo estrictos con buenas intenciones;  evidentemente no todos. Ha querido adaptarse a este mundo moderno, a sus costumbres, sus leyes, sus ideas, su filosofía, su nula teología, su ateísmo. Así pues, comenzamos a invertir los cimientos de la religión católica. Para dar un ejemplo claro y concreto, vean ustedes, hoy en día tenemos autoridades en la Iglesia, a las que nosotros reconocemos por supuesto como autoridades de la Iglesia, y esas autoridades aprueban y  enseñan lo que es pecado.
Se permite la comunión, en el caso de los matrimonios mixtos, al cónyuge no católico. ¡En ciertos matrimonios, el cónyuge no católico mixtos puede recibir la comunión en la Iglesia católica!
Hasta hemos llegado a oír, la semana pasada, que la fidelidad de los concubinos es un símbolo de que hay verdadero matrimonio y tienen verdaderamente la gracia del sacramento.  Se trata de una nueva moral, contraria a dos mil años de enseñanza del magisterio católico constante y unánime. Son afirmaciones contrarias a lo que nos dicen las epístolas, los santos Evangelios, los Apóstoles, Nuestro Señor Jesucristo.
Entonces, evidentemente, debemos hacer como hizo san Pablo con san Pedro. San Pablo, en la carta a los Gálatas explica, y es la palabra de Dios, que debió resistir en su cara públicamente a san Pedro porque no iba conforme al Evangelio. Hoy en día todo católico, y sobre todo si es sacerdote, debe defender la Fe y oponerse públicamente a los que la destruyen, y debemos decir como san Pablo: resistimos públicamente porque hay un problema profundo de Fe. Porque ya no nos ajustamos al Magisterio de siempre, a la Tradición. Vean a san Pablo, que se aferraba a las tradiciones, guardaba la Tradición.
Por lo tanto se trata de un combate al mismo tiempo por la verdad, por la doctrina, por la verdadera Fe, y también por la santidad, la santidad de las almas, de las familias, del matrimonio, la santidad de la santa Iglesia: una, santa, católica, apostólica y romana.
« Aquellos que quieren vivir piadosamente en Cristo Jesús sufrirán persecución ».
Y luego algunos, evidentemente, dicen que nos equivocamos y que somos cismáticos, que somos ilegales en la Iglesia, y ya, querido Abad, usted lo ha experimentado un poco al volver, como un buen soldado de Cristo, a los combates de Dios. Ha debido por tanto sufrir esa persecución de la que nos habla san Pablo: «Aquellos que quieren vivir piadosamente en Cristo Jesús sufrirán persecución».
El Patriarca de Babilonia, que es caldeo, dice que somos cismáticos. Y el ordinario en Francia para las iglesias orientales dice que somos ilegales. El Papa mismo dice que en la Fraternidad somos católicos. ¿En qué quedamos? ¿Somos católicos o somos cismáticos? Tengo conmigo la carta que me ha entregado Su Excelencia monseñor Fellay, en la que la Congregación para la Doctrina de la Fe nos dice, ha dicho al Monseñor, que podemos proceder a las ordenaciones sin pedir el permiso de los ordinarios del lugar; que basta con darles los nombres de los ordenados, cosa que haremos por supuesto como corresponde. Es decir, que no somos ni cismáticos ni ilegales.
Entonces, ¿por qué agitan este espantapájaros? ¿Se dan cuanta ustedes de la legalidad, de si nos encontramos en regla o no, de que no hay tal cisma y Roma misma lo reconoce? Es que lo que nos separa es la doctrina, la Fe, su ruptura con la Tradición. O que no quieren aceptar que el problema está ahí. Porque
ellos saben muy bien que en eso se equivocan. Ellos no podrán jamás, aunque lleguen a, digamos, maquillarlo todo, destruir la Fe, ni la Tradición ni la Iglesia.

El sacerdote es servidor de la Santísima Virgen María, mediadora de todas las gracias.
Y entonces pues, querido abad, en este combate tan feroz, tan exigente, que exige tanta ciencia y santidad al sacerdote, ustedes deben, nosotros debemos volver nuestra mirada hacia la Santísima Virgen María, Reina de los Apóstoles. Bajo esta invocación se la venera en esta iglesia de San Nicolás: María Reina de los apóstoles. Y no sólo lo es por su mediación, por la misión que desempeña ante los mismos apóstoles, durante su vida, en el nacimiento de la Santa Iglesia. Pero también porque si el sacerdote debe comunicar la vida de la gracia, es un colaborador, un servidor de la Santísima Virgen María, que es la mediadora de todas las gracias.
Ella es tesorera y dispensadora de todas las gracias merecidas por Nuestro Señor Jesucristo. Y en la medida en que Ella da a quien Ella quiere, tanto como Ella quiere, cuando Ella quiere, como Ella quiere. Por último, el sacerdote es colaborador en esta obra de santificación de las almas que se ha confiado a la Santísima Virgen María. Él no hace otra cosa que cooperar en esta acción de María en las almas.
Por otro lado, la Virgen María nos da un ejemplo de vida apostólica precisamente en la festividad que celebramos hoy: la de la Visitación de la Santísima Virgen María. Si hoy celebramos la misa de la dedicación de esta iglesia, de hecho se trata de la festividad de la Visitación de la Santísima Virgen a su prima Isabel.
Podríamos preguntarnos por qué, si ya había tenido lugar la Encarnación, y Ella estaba llena del Santo Espíritu, si había concebido a Nuestro Señor Jesucristo en su corazón y en su sangre, por qué fue ella quien fue a ver a su prima Isabel, por qué prefirió por así decirlo, la vida activa, apostólica, a la contemplativa?
Lo más lógico habría sido que se hubiera quedado inmersa en la adoración y en el amor a Nuestro Señor, a Dios, como ya lo estaba antes de la Anunciación del ángel. En esto Santo Tomás de Aquino nos aclara los motivos, porque dijo algunas veces es más meritoria la vida activa que la contemplativa; y en este caso la vida activa o apostólica está el desbordamiento del amor de Dios, en la medida en donde uno se sustrae a la contemplación, a la vida interior, la vida de oración, temporalmente, en la medida en que lo hacemos con sacrificio. Y después existe como un objetivo de conformarse a la voluntad de Dios y buscar la más grande gloria para Él.
He aquí entonces por qué Nuestra Señora es la Reina de los Apóstoles, porque nos da un ejemplo perfecto de lo que debe ser la vida apostólica del sacerdote, y lo vemos precisamente en la Visitación. Ante todo porque ella está llena del amor de Dios, fruto precisamente de la Encarnación, este amor se desborda hacia su prima Isabel.
Porque el ángel le sugiere ir a visitarla con prontitud y porque es conforme a la voluntad de Dios. Evidentemente, la Virgen María se apresuró a partir. Este es el sentido del Evangelio. Porque ella quería conformarse a la voluntad manifestada discretamente por parte de Dios.
Se fue por un tiempo, ya que se quedó por algunos meses, lo necesario, y después volvió a su casa. Lo hace buscando la gloria de Dios tal como lo demuestra el fruto de su visita. Ella veía muy pocos medios apostólicos que hubieran producido efectos tan grandes en el orden sobrenatural. Es precisamente su salutación la que da lugar a tres prodigios. Primero, San Juan reconoce a Nuestro Señor y a su Santísima Madre y se estremece de alegría. Enseguida se llena del Espíritu Santo, queda santificado. Y después Santa Isabel se llena también del Espíritu Santo. Y ésto ni más ni menos que por la salutación de la Santísima Virgen María. Que fue tal vez «Schlama lej Elisbeth (1)»… tal como la había saludado el ángel también a ella.
¿A qué se debe la eficacia de la vida apostólica de la Virgen María? A que estaba unida a Nuestro Señor Jesucristo, estaba plenamente unidad a Nuestro Señor, porque llevaba en su seno a Nuestro Señor Jesucristo, estaba llena del Espíritu Santo, llena de la gracia de Dios. Su apostolado, por así decirlo, fue muy fecundo. Porque ella lo ejercía en conformidad con la voluntad de Dios, y en humildad. Entonces Isabel la alaba, y la Santísima virgen María reenvía esta alabanza a la gloria de Dios y compone ese canto extraordinario que se llama el Magnificat, canto de glorificación a Dios, de acción de gracias, pero también un canto de humildad en el que María reconoce su nada, su pequeñez.
Estas son, querido Abad, querido hermano, las disposiciones que deben animarnos en nuestra vida apostólica, dando absolutamente la primacía a nuestra vida interior, a nuestra vida contemplativa, nuestra vida de unión con Nuestro Señor Jesucristo. Por eso siempre encontrarán ustedes en el Corazón Inmaculado de María nuestra Madre, y madre en particular del sacerdote, refugio, fuerza y consuelo.
En el corazón de la Santísima Virgen María es donde podremos ser formados y moldeados conforme a Nuestro Señor Jesucristo, soberano y Eterno sacerdote.
En el nombre del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo. Amén.
Monseñor Alfonso de Galarreta, obispo auxiliar de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X
Fuente: Sermón audio St-Nicolas- du-Chardonnet/La Porte Latine del 7 de julio de 2016
La transcripción y los títulos son de La Porte Latine
 [FuenteTraducción de M.M. Corrección J.E.F. Equipo de Traducción de Adelante la Fe]

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Dom Rogelio Livieres: Oração por sua Beatificação

"Santifica-nos na Verdade"


O Instituto Bento XVI lança a partir de hoje a Campanha pela  Beatificação de Dom Rogelio Livieres. Monsenhor Rogelio foi ordenado sacerdote em 15 de Agosto de 1978, pertencente ao clero da Prelazia da Santa Cruz e Opus Dei. Nomeado Bispo de Cidade do Leste no Paraguai em 12 de Julho de 2004 por São João Paulo II, ministério que exerceu por 10 anos, durante seu episcopado consolidou a catequese Católica nas comunidades a ele confiadas pelos Papas João Paulo II e Bento XVI.  Fundou o Seminário São José e vários institutos religiosos o que fez sua diocese ficar famosa no mundo pela grande quantidade de vocações, tinha grande amor pelos pobres, crianças e idosos. O Papa Bento XVI sempre o encorajava a se manter firme nas suas atitudes e o parabenizava nas visitas ad limina. Mas foi duramente perseguido no ano de 2014 e acabou sendo destituído do cargo de Bispo pelo Papa Francisco sem renunciar e sem nada contra ele a ser alegado, algo inédito na história da Igreja. Entregou sua alma a Deus em 14 de Agosto de 2015 sem status canônico, por isso era chamado de Ex-Bispo de Cidade do Leste, a injustiça da destituição por ter feito aquilo que tanto João Paulo II e Bento XVI o pedira agravou seu estado de saúde rapidamente.  

Sabemos que um processo deste tipo é longo, por isso o primeiro passo é espalhar a devoção a Monsenhor Livieres, para que no futuro seus filhos espirituais possam um dia venerar sua imagem nos altares. 

Rezem um Credo, uma Ave-Maria e um Pai-Nosso pela causa. Qualquer milagre por sua intercessão pode ser relatado a nós pelo email: institutobentoxvi@gmail.com

Confira alguns momentos marcantes de seu episcopado: 





















Cardeal Sarah: O Papa não pode mudar a Lei Divina sobre a comunhão


Texto ainda não traduzido pelos Instituto: 

El Cardenal Robert Sarah, la autoridad en sacramentos en el Vaticano, criticó la profanación de la Santa Eucaristía que proponen algunos purpurados en el Vaticano. Su acción se debe a la reciente sugerencia del papa Francisco de que los no católicos pueden recibir la Comunión si deciden que eso es lo que quieren hacer. El papa manifestó a los presentes en la Iglesia Evangélica Luterana de Roma el domingo pasado que la pregunta de si un no católico podía o no recibir la Comunión en la Iglesia Católica la debe responder la misma persona.
El Cardenal Sarah, quien se desempeña como prefecto de la Congregación para el Culto Divino y la Disciplina de los Sacramentos, manifestó un fuerte desacuerdo, señalando que existen leyes divinas que prohíben la administración de la Comunión a los no católicos o a bautizados que viven en pecado mortal (es decir: adulterio), de modo que si tal persona solicitara a la Iglesia Católica recibir la Comunión, el clero “no tiene ningún derecho de administrársela”.
Sarah también advierte a los sacerdotes que se atrevan a administrar la Comunión a no católicos que  “si lo hacen, el pecado de ellos será más grave delante del Señor. Implicaría inequívocamente una  complicidad premeditada y una profanación del Santísimo Cuerpo y la Santísima Sangre de Jesús”.
El prefecto nos recuerda que ni siquiera el papa puede cambiar la ley divina acerca de la Comunión. “La Iglesia en su totalidad siempre ha sostenido firmemente que no es posible recibir la comunión con la conciencia de estar en pecado mortal, principio éste recordado por Juan Pablo II en su encíclica “Ecclesia de Eucharistia”, que afirma sobre el tema: “Ni siquiera un papa puede dispensar de tal ley divina”.
Las palabras del Cardenal Sarah son completamente fieles y verdaderas. En realidad no hay ninguna enseñanza doctrinal que el papa pueda cambiar. Puede poner en vigencia pequeños cambios disciplinarios, mientras estén en concordancia con la tradición y no ofendan la doctrina, pero cambiar una ley o enseñanza divina no es algo que ningún papa u obispo esté autorizado a realizar.
Sólo están autorizados a cumplir la ley y transmitirla al pueblo, como lo hizo Moisés en el Monte Sinaí.
Sarah se lamenta de que esto no se cumpla. “Como obispo, me siento herido en el corazón al ser testigo de semejante falta de comprensión de las enseñanzas inamovibles de la Iglesia por parte de mis hermanos sacerdotes”, dijo. “No me puedo permitir imaginar que la causa de esta confusión sea otra que una insuficiente formación de mis hermanos.
Desde ya que Satanás está entronizado hoy en la Ciudad Eterna. La Virgen Bendita en Fátima advirtió que el enemigo se infiltraría en la jerarquía del Vaticano y llegaría el tiempo en que sería “obispo contra obispo, cardenal contra cardenal”. Esos días han llegado, en gran parte porque el Tercer Secreto de Fátima no se dio a conocer en 1960 como Nuestra Señora pidió. Ella intentaba evitar este desastre para la Iglesia.
Ahora lo deben soportar los miembros de Cristo. Los fieles no tienen otra alternativa que continuar peleando por la verdad, especialmente imitando el ejemplo del Cardenal Sarah de ser defensores de la Fe.
David Martin
Via: adelantelafe.com