segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Padres ignoram pedido do Cardeal Sarah

(Na imagem ao lado vemos o Cardeal Sarah celebrando a Missa Versus Deum Segundo a Forma Ordinária do Rito Romano - Missal de Paulo VI).  

Em Julho deste ano o Cardeal Sarah, mais alta autoridade Vaticana no quesito Liturgia escolhido a dedo pelo Papa Francisco para Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplinas dos Sacramentos, pediu publicamente que a partir do Primeiro Domingo do Advento deste Ano se iniciasse a mudança da orientação litúrgica da Missa para o "Versus Deum" quando o Padre e os fieis ficam na mesma direção, de frente para Deus. Como já era de se esperar á época isso rendeu muito barulho na internet, mas na prática pouquíssimos Padres responderam ao Pedido. Ora por mal formação Sacerdotal no Seminário, como por medo de perseguição dos Bispos adeptos da desobediência branca que fingem não escutar o que o Cardeal Sarah fala. 

No dia 23 de Maio deste ano o Cardeal Sarah respondeu sobre esse tema como amplamente divulgou a Agência Católica ACI “Como Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, desejo recordar que a celebração Ad Orientem está autorizada pelas rubricas, que especificam os tempos em que celebrante deve virar para o povo. Portanto, não é necessário ter uma permissão especial para celebrar olhando para o Senhor” DISSE O CARDEAL. 



Papa Francisco Celebrando a Missa na Forma Versus Deum 

Em relação a isso Bento XVI enquanto ainda Cardeal Ratzinger disse: “Sobre a orientação do altar para o povo, não há sequer uma palavra no texto conciliar. Ela é mencionada em instruções pós-conciliares. A mais importante delas é a Institutio generalis Missalis Romani, a Introdução Geral ao novo Missal Romano, de 1969, onde, no número 262, se lê: “O altar maior deve ser construído separado da parede, de modo a que se possa facilmente andar ao seu redor e celebrar, nele, olhando na direção do povo [versus populum]”. A introdução à nova edição do Missal Romano, de 2002, retomou esse texto à letra, mas, no final, acrescentou o seguinte: “Isso é desejável sempre que possível”. Esse acréscimo foi lido por muitos como um enrijecimento do texto de 1969, no sentido de que agora haveria uma obrigação geral de construir – “sempre que possível” – os altares voltados para o povo. Essa interpretação, porém, já havia sido repelida pela Congregação para o Culto Divino, que tem competência sobre a questão, em 25 de setembro de 2000, quando explicou que a palavra “expedit” [é desejável] não exprime uma obrigação (…).” (Ratzinger, op. cit.)



Papa Bento XVI celebrando a Santa Missa na Forma Versus Deum 

“em vão se buscará na Constituição sobre a Sagrada Liturgia, promulgada pelo Concílio Vaticano II, uma prescrição que exija celebrar a Santa Missa de frente para o povo” GAMBER, Klaus. Voltados para o Senhor. Pag. 15. Tradução de Luís A. R. Domingues, ARS.

A respeito disso também fala Monsenhor George Eder em 1989: "O Concílio não pediu em nenhum texto que haja em cada igreja um altar de frente para o povo. Nem no novo código de Direito Canônico há algo a este respeito. O Concílio deixou liberdade neste terreno. Porém una nova moda apareceu, e depois se aponta com o dedo para os que não têm o altar de frente para o povo! Fazem o mesmo por causa do latim. Desde o princípio, eu lutei pelo bilinguismo na Igreja; é a boa solução. Se se canta em inglês, todos contentes, porém se se dizem três palavras em latim… é anticonciliar! Por isto quero me servir no futuro desta liberdade que o Concílio deixou para a língua e para o altar".  EDER, George, entrevista ao jornal Kleine Zeitung, em 13 de janeiro de 1989. Citado por Gamber em seu livro Voltados para o Senhor. Tradução de Luís A. R. Domingues, ARS.

O próprio Bento XVI foi claro ao dizer que: “o texto conciliar não fala da orientação do altar para o povo" RATZINGER, Joseph. Prólogo ao livro do Padre Uwe Michael Lang, “Voltados para o Senhor: a orientação da oração litúrgica”.

O pesquisador e liturgista Michel Daves concluiu que "certamente, as rubricas do Novus Ordo Missae, especificamente, definem a prática tradicional e instrui o sacerdote a fim de que se vire para a assembleia em várias ocasiões e logo vira-se ao altar, por exemplo nos artigos de número 107, 116, 122, 198 e 199 da Instrução Geral do Missal Romano (Institutio Generalis)” DAVIES, Michael. La nueva Misa del Papa Pablo: la revolución litúrgica. Volume 3. Pag. 423-424.

Nos explica o Reveredendo Padre Marcelo Tenório "No ano 2000 a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos foi perguntada se na celebração da Missa, de acordo com o Missal de Paulo VI, fica excluída a possibilidade na celebração da “liturgia eucarística, a posição do sacerdote «versus abside»”, isto é, voltado «versus Deum»”. Assim foi a resposta: “A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, «re mature perpensa et habita ratione» (após madura reflexão e tendo em conta) a história litúrgica, responde: «Negative et ad memtem» (Negativo e segundo a opinião) pela qual deve se levar em conta diversos elementos” Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Resposta em 25 de setembro de 2000, Notitiae, prot. Nº. 2036/00/L via Artigo no Blog http://www.padremarcelotenorio.com.

“Muito importante que retornemos o quanto antes possível para uma comum orientação, dos sacerdotes e fiéis, voltados na mesma direção – para o oriente ou pelo menos para a abside” SARAH, Cardeal Robert. Discurso na Conferência Sacra Liturgia UK 2016. A tradução está disponível no site da Associação Redemptionis Sacramentum – ARS


Monsenhor Guido Marini Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias celebrando Versus Deum 

Encerramos com as Palavras do Cardeal Sarah no Congresso Liturgico de Londres "Queridos Padres, devemos ouvir novamente o lamento de Deus proclamado pelo profeta Jeremias: "eles viraram as costas para mim" (2, 27). Voltemo-nos novamente para o Senhor!

Os oitenta anos do Papa Francisco. (O Pontificado que caminha para o fracasso).

Via: Fratres In Unum
Por Roberto de Mattei, “Il Tempo”, 16 de dezembro de 2016 | Tradução: Hélio Dias Viana – FratresInUnum.com: O Papa Francisco transpõe o limiar do seu 80º aniversário: Ingravescentem aetatem (idade avançada), conforme a define Paulo VI no motu proprio de 21 de novembro de 1970, cuja chegada impõe a todos os cardeais abandonar seus cargos,  tirando-lhes até o direito de entrar no conclave. Paulo VI estabeleceu a regra para criar uma nova cúria “montiniana”, mas introduziu assim uma profunda contradição no âmago de uma  prática mais do que milenar da Igreja. Porque se a idade é obstáculo para a condução de uma diocese ou de um dicastério, e até mesmo impede um cardeal de eleger um Papa, como se pode imaginar que, completados oitenta anos, possa um cardeal que se tornou Papa suportar o peso de guiar a Igreja universal?
Não são essas, contudo, as considerações que levaram o Papa Francisco a declarar em 12 de dezembro: “Eu tenho a sensação de que meu pontificado será breve, 4, 5 anos. […] Talvez não, mas tenho a sensação de que o Senhor me colocou aqui por pouco tempo. Mas é um sentimento, por isso deixo sempre a possibilidade aberta”. A verdadeira razão de uma possível abdicação parece ser não um enfraquecimento das forças, mas a consciência do Papa Bergoglio de ter-se embrenhado, menos de três anos após a sua eleição, naquilo que foi definido  por Antonio Socci no “Libero” como o inexorável “crepúsculo de um pontificado” (20 de novembro de 2016).
O projeto Papa Francisco de “reformar” a Igreja com a ajuda do Sínodo dos Bispos e de colaboradores dóceis enguiçou, e o balanço do Jubileu foi mais do que decepcionante. “O Papa Francisco fechou a porta santa, mas sua mensagem é acompanhada pelo ruído de uma crise subterrânea. Uma guerra civil está em curso na Igreja”, escreveu Marco Politi em “Il Fatto quotidiano” (21 de novembro de 2016). O conflito foi aberto, premeditadamente ou não, pelo próprio Papa Francisco, especialmente após a exortação Amoris laetitia, e hoje a Igreja não avança, mas afunda numa terra sulcada pelas fissuras de profundas divisões.
Alguém comparou o fracasso do pontificado do Papa Francisco ao de Barack Hussein Obama. Em três anos consumou-se em Roma aquilo que em Washington tardou oito anos: a passagem da euforia da primeira hora à depressão final, pelo fracasso total dos objetivos almejados.
Mas seria errado ler o pontificado do Papa Francisco em termos puramente políticos. Ele nunca poderia pronunciar o “yes,  we can” de Obama.  Para um Papa, diferentemente de um político, nem tudo é possível. O Sumo Pontífice tem poder supremo, pleno e imediato sobre toda a Igreja, mas não pode alterar a lei divina que Jesus Cristo deu à Igreja, nem a lei natural que Deus inscreveu no coração de cada homem. É o Vigário de Cristo, mas não o seu sucessor. O Papa não pode mudar as Sagradas Escrituras, nem a Tradição, que são a regra remota da fé da Igreja, mas deve submeter-se a elas.
É este  o impasse diante do qual se encontra hoje o Papa Bergoglio. Os “dubia” apresentados pelos quatro cardeais (Brandmüller, Burke, Caffara e Meisner) à Congregação para a Doutrina da Fé o colocaram num beco sem saída. Face ao teor da Exortação Apostólica Amoris laetitia, os cardeais pedem ao Papa para responder claramente com um sim ou com um não às seguintes questões: os divorciados que voltaram a casar no civil e não querem abandonar a situação objetiva do pecado em que se encontram têm o direito a receber o Sacramento da Eucaristia? E, de modo mais geral: a lei divina e natural ainda é absoluta, ou em alguns casos permite exceções?
A resposta atinge os fundamentos da moral e da fé católica. Se aquilo que era verdade ontem não o é hoje, aquilo que é verdade hoje poderia não sê-lo amanhã. Mas caso se admita que a moralidade pode sofrer uma mutação de acordo com os tempos e as circunstâncias, a Igreja está destinada a afundar-se no relativismo da sociedade fluida de nossos dias. Caso contrário, será então preciso remover o cardeal Vallini, Vigário de Roma, que na sua exposição durante o encontro da Conferência Pastoral da diocese do Papa, em 19 de setembro, disse que o divorciados novamente casados podem ser admitidos à comunhão, de acordo com um “discernimento que distinga adequadamente cada caso”. Sua posição foi adotada em 2 de dezembro pelo jornal “Avvenire”, órgão da Conferência Episcopal Italiana, segundo o qual as disposições de Amoris laetitia eram “palavras muito claras sobre as quais o Papa colocou o seu imprimatur”.
Mas pode o Papa atribuir ao “discernimento” dos pastores o direito de quebrar a lei divina e a lei natural das quais a Igreja é a guardiã? Se um Papa tentar mudar a fé da Igreja, ele renuncia explícita ou implicitamente ao seu mandato como Vigário de Cristo e, mais cedo ou mais tarde, será obrigado a renunciar ao pontificado. A hipótese de uma reviravolta como esta não pode ser excluída no decurso de 2017. A abdicação voluntária tornaria possível ao Papa Francisco abandonar o campo como um reformador incompreendido, imputando à rigidez da Cúria a responsabilidade pelo seu fracasso. Se isso vier a acontecer, é mais provável que ocorra após o próximo Consistório, que permita ao Papa Bergoglio introduzir no Sacro Colégio um novo grupo de cardeais próximos dele, para influenciar a escolha de seu sucessor. A outra hipótese seria a  de uma correção fraterna da parte dos cardeais, a qual, uma vez tornada pública, equivaleria a uma constatação de erro ou heresia.
Nada de mais errado, em qualquer caso, do que as palavras do cardeal Hummes: “São quatro cardeais. Nós somos duzentos”. Além do fato de que a fidelidade ao Evangelho não se mede de acordo com critérios numéricos, os duzentos cardeais aos quais se refere o cardeal Hummes nunca se distanciaram de seus quatro confrades, mas com o seu silêncio de algum modo tomaram distância do Papa Francisco. As primeiras declarações de apoio aos dubia, tanto pelo cardeal Paul Josef Cordes, ex-presidente emérito do Pontifício Conselho Cor Unum, quanto pelo Cardeal George Pell, Prefeito da Secretaria para a Economia, são significativas. Alguns já começam a quebrar o silêncio. Não são duzentos, mas são certamente mais de quatro.

sábado, 17 de dezembro de 2016

URGENTE: Não ocorreu o Milagre de São Januário

Como sabemos todo dia 16 de Dezembro ocorre o milagre de São Januário onde o Sangue guardado num relicário se liquefaz. Entretanto no dia de Ontem o milagre não ocorreu e o Cardeal Sepe assim como os fieis ficaram apreensivos. Segundo a tradição quando o milagre não ocorre é sinal de uma tragédia próxima ou pedido de conversão urgente para a Igreja, é raríssimo o milagre não ocorrer, as vezes passa séculos sem interrupção. 

(Imagem do ano passado quando o Milagre aconteceu nas mãos do Papa Francisco)

Conselho Nacional de Igrejas Cristãs declara apoio a Jean Wyllys

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs declara apoio ao Deputado Jean Wyllys no processo que o mesmo enfrenta no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O CONIC é uma especie de "CNBB" Ecumênica e trabalha no apoio de pautas progressistas e anti-cristãs no Brasil. Uma lástima que Bispos Católicos se aliem a estes traidores da fé.


(Imagem ilustrativa de uma reunião do CONIC com a presença de Dom Leonardo Secretário Geral da CNBB)


quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

CRISE no Verbo Encarnado: Fundador é culpado de má conduta sexual

Em um comunicado lido na coletiva de imprensa em 12 de dezembro, a diocese de San Rafael (Argentina) informou que o Vaticano declarou culpado o Pe. Carlos Miguel Buela, fundador do Instituto do Verbo Encarnado (IVE), de “comportamentos impróprios com maiores de idade”.
Na mensagem, lida pelo Pe. José Antonio Álvarez, a diocese argentina assinalou que surgiram denúncias contra o Pe. Buela “sobre atos sexuais que afetaram religiosos e seminaristas do Instituto”.
“A Congregação competente da Santa Sé, tendo garantido o exercício do legítimo direito de defesa do acusado, determinou, conforme procedimentos canônicos vigentes, a veracidade das denúncias e a imputabilidade do Padre Buela de comportamentos impróprios com maiores de idade”, indicou.
A diocese precisou, entretanto, que “é correto afirmar que não foram constatados casos de abusos de menores atribuídos a ele”.
Além disso, o Vaticano estabeleceu ainda que o Pe. Buela “está proibido de maneira absoluta de comunicar-se com os membros do IVE”.
“Também não pode fazer declarações nem aparecer em público, nem participar de nenhuma atividade ou encontro, pessoalmente, ou através de qualquer outro meio de comunicação”.
No final do mês de novembro, o site ‘Mendoza Digital’ apresentou o caso de um homem identificado como “Luis”, que denunciou abusos sexuais de um sacerdote dentro do Seminário Maior Maria Mãe do Verbo Encarnado do IVE, na diocese de San Rafael.
A diocese assegurou a respeito do caso de “Luis” que, desde quando foram informados pela vítima, procederam com a investigação prévia “com responsabilidade e rapidez” e o caso foi levado “à autoridade competente da Santa Sé”.
A diocese argentina assinalou que atualmente espera a decisão da Santa Sé “e mantém um diálogo cordial com Luis”.
No final da leitura do comunicado e em diálogo com os jornalistas, o Bispo de San Rafael, Dom Eduardo María Taussig, destacou que “estes problemas graves não prejudicam o mais importante que nos une, que é a pertença à mesma Igreja diocesana, a Jesus Cristo, ao Evangelho”.
“Certamente compreendo e sinto a dor de toda a família do Verbo Encarnado ante estas notícias e também como pai de cada um deles estou ao seu dispor”, disse.
Dom Taussig assinalou que “o Instituto do Verbo Encarnado tem uma regra aprovada pela autoridade da Igreja que garante que aqueles que a seguem podem ser santos e tem um carisma reconhecido, e de fato tem muitíssimas obras em diferentes lugares do mundo que são elogiáveis”, entre elas, “os irmãos ou irmãs que estão na Síria sob as bombas, com testemunhos heroicos e muito nobres”.
Em seguida, o Prelado assinalou que o IVE “teve dificuldades, não só do Pe. Buela, mas de governo”, por isso a Santa Sé interveio na eleição das autoridades máximas do instituto.
O IVE, assinalou, “está dentro de um processo, acompanhado e guiado pela autoridade suprema da Igreja, que deseja que poderá potencializar todas as coisas e ordenar o que deve ser corregido”.
O Bispo de San Rafael assinalou ainda que “uma árvore caída não deve fazer com que percamos de vista o bosque que cresce. Existem tantos cristãos, religiosos e tantos sacerdotes bons, bispos e o Papa”.
Além disso, recordou que “a Igreja Católica lidera no mundo os procedimentos e as normativas para evitar este tipo de abuso de menores e tem realizado um processo nos últimos 15 anos que é exemplar e está à frente de tudo o que está sendo feito no mundo”.
“Em certo sentido, foram tomadas todas as medidas para que isto não aconteça novamente e, tanto a Diocese de San Rafael, como a Igreja em geral, temos todos os avisos e alertas bem enfocados para agir imediatamente. E, se houvesse alguma pessoa que quisesse, houvesse ou tivesse uma notícia, tem não somente a liberdade como a obrigação de divulgá-la e faremos tudo o que puder e tudo o que for competente”.
Via: ACI Digital

sábado, 3 de dezembro de 2016

O Cardeal Sarah manifesta sua preocupação pela grande confusão que reina no catolicismo

Em una entrevista concedida ao semanário francês Homme Nouveau o cardeal Robert Sarah exterioriza sua preocupação pela grande confusão que reina no mundo católico, inclusive entre os bispos, acerca da doutrina da Igreja.
(La Nuova Bussola/InfoCatólica) 2/12/16 11:06 AM – O cardeal se sente chamado a intervir como Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, porque a desorientação atual implica três sacramentos: o matrimônio, a Penitência e a Eucaristia. Segundo o Cardeal, a confusão que vivemos extrai sua seiva da falta de formação que, lamentavelmente, afeta a seus próprios irmãos no episcopado.

Sarah quer destacar que cada bispo, ele mesmo in primis, está vinculado à doutrina do matrimônio monogâmico indissolúvel, que Cristo restaurou a sua forma original e no que se encontra o bem do homem, a mulher, e os filhos.
Esta verdade não pode deixar de ter consequências a respeito da possibilidade de aproximar-se da Santa Comunhão: «A Igreja inteira se manteve sempre firme no fato de que não se pode receber a comunhão quando se é consciente de haver cometido um pecado grave, um princípio que tem sido confirmado definitivamente pela encíclica Ecclesia de Eucharistia de São João Paulo II». E o Cardeal prefeito acrescenta: «Nem sequer um Papa pode dispensar desta lei divina».
Publicado originalmente em La Nuova Bussola Quotidiana
Traduzido por Néstor Martínez para InfoCatólica
Tradução Frei Zaqueu
Via: Sensus Fidei

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

O Brasil Pós-Impeachment

O Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi inegavelmente uma boa notícia para o país, que se viu livre de um governo autoritário e administrativamente desastroso. Aos poucos, o novo governo vai conseguindo tirar o país da crise econômica que o petismo nos legou.

Entretanto, ainda estamos muito distantes do país que queremos e precisamos. A esquerda, embora momentaneamente enfraquecida, continua muito viva e já dá passos firmes para reorganizar suas forças.

Para analisar o cenário político atual e as estratégias para o futuro, o Instituto Borborema promoverá um ciclo de palestras no auditório da ACCG, no próximo dia 29 (sábado). 

ENTRADA: R$ 20,00


OU

NO PONTO DE VENDAS FÍSICO: Ivson - Estudos Dirigidos (Shopping Cirne Center, 1º andar, sala 107, Centro)


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Vaticano agora ensina imodéstia

Fotos ilustrativas das unidades do "Projeto de educação afetivo sexual" do Pontifício Conselho para a Família do Vaticano. Na primeira foto, o rapaz da direita está com a mão no bumbum da loira. Nas outras vê-se as moças usando um short tamanho calcinha. Este é o modelo de educação sexual do Vaticano para nós. Nos pontificados de São João Paulo II e de Bento XVI essas coisas jamais seriam aprovadas. 

Se querem ensinar Castidade aos jovens porque não recorrem aos Santos Castos da Santa Igreja??? 

Vejam esta aberração com os próprios olhos:http://www.educazioneaffettiva.org/?lang=pt-pt





Texto: Do Facebook de Jorge Maciel com adaptações do autor. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Viagem do Papa ajudou campanha de Hillary Clinton

Vazamento de e-mails mostram  que George Soros pagou US$650.000 para influenciar bispos durante a visita do Papa aos Estados Unidos. 


Por John-Henry Westen, Life Site News, 23 de agosto de 2016 | Tradução: FratresInUnum.com: E-mails que vazaram através da rede WikiLeaks revelam que o bilionário globalista George Soros — um dos maiores doadores da campanha de Hilary Clinton — pagou US$650.000 para influenciar a visita do Papa Francisco aos Estados Unidos, em setembro de 2015, em favor “de uma mudança nos paradigmas e prioridades nacionais às vésperas da campanha presidencial de 2016”. Os fundos foram doados em abril de 2015 e o relatório sobre a sua eficácia sugere que entre as operações bem sucedidas estavam incluídas “a compra individual de bispos para que se expressem publicamente dando maior suporte a mensagens de justiça econômica e racial, a fim de criar uma massa crítica de bispos alinhados ao Papa”.
As verbas foram concedidas a duas entidades norte-americanas que estão envolvidas em um projeto a longo prazo, de acordo com o relatório, visando uma mudança de paradigma nas “prioridades da Igreja Católica dos Estados Unidos”. Os beneficiários foram PICO, um grupo de organização comunitária de cunho religioso, e Faith in Public Life (FPL), um outro grupo progressista que opera na mídia promovendo causas de “justiça social” de cunho esquerdista. Soros tem financiado causas esquerdistas em todo o mundo e tem concentrado esforços e fundos na tentativa de barrar leis pró-vida no mundo inteiro.
Atas da reunião de Maio de 2015, da Fundação Open Society de George Soros em Nova York revelam que, ainda nos estágios de planejamento da visita papal, o grupo planejava trabalhar diretamente através de um dos principais assessores do papa, o cardeal Oscar Rodriguez Maradiaga, que foi nomeado especificamente no relatório. A fim de aproveitar a oportunidade da visita do Papa aos EUA, diz o relatório, “vamos apoiar as atividades de organização da PICO para engajar o papa em questões de justiça econômica e racial, inclusive usando da influência do Cardeal Rodriguez, que é o consultor sênior do Papa e vamos enviar uma delegação para visitar o Vaticano, na primavera ou no verão, para permitir que ele escute diretamente dos Católicos de baixa renda na América”.
Em 2013, o Cardeal Rodriguez Maradiaga endossou o trabalho da PICO em um vídeo, durante uma visita dos representantes da entidade à diocese do cardeal. “Quero apoiar todos os esforços que eles estão empreendendo para promover comunidades de fé”, disse. “Por favor, continuem ajudando a PICO”.
O relatório pós operacional sobre o financiamento para influenciar a visita papal está em outro documento intitulado 2016, Revisão de 2015 Fundos de Oportunidade EUA. O grupo de Soros ficou satisfeito com o resultado de sua campanha ao ver várias declarações anti-Trump proferidas por vários bispos como resultado dos seus esforços. “O impacto desta operação e as relações que têm suscitado podem ser vistos pela ampla gama de líderes religiosos intencionalmente apontando o dedo contra candidatos presidenciais, acusando-os de fomentar uma  ‘retórica do medo'”, diz o relatório.
Além disso, o resumo do relatório também diz que o financiamento foi útil para combater a “retórica anti-gay” nos meios de comunicação. A “eficácia da campanha na mídia pode ser vista pela capacidade da equipe em reagir e combater a retórica anti-gay  que se seguiu após a história de Kim Davis (a funcionária do condado de Kentucky que foi presa por desafiar uma ordem judicial federal para emitir licenças de casamento para casais homossexuais e a quem depois o Papa visitou)”, afirma o relatório.
O financiamento especificamente teve como alvo a agenda “pró-família”, redirecionando-a do seu foco, que é a defesa da família, para uma preocupação com a igualdade de renda. “Mídia FPL, enquadramento e atividades de opinião pública, incluindo a realização de pesquisa de opinião para demonstrar que os eleitores católicos estão de acordo com a agenda do Papa em assuntos como a desigualdade de renda, bem como ganhar cobertura da mídia para impulsionar a mensagem de que para ser ‘pró-família’ é necessário resolver antes a crescente desigualdade social”, diz o relatório de maio.
A Procuradora Elizabeth Yore, que atuou na delegação do Heartland Institute que viajou ao Vaticano, em abril de 2015, para instar o Papa Francisco a re-examinar sua confiança nos promotores de controle de população da ONU, os quais promovem a agenda do Aquecimento Global, falou com LifeSiteNews sobre a iniciativa de Soros:  “Os Católicos representam um imenso e influente bloco na eleição dos EUA”, disse ela. Soros está  “usando o cabeça da Igreja Católica para influenciar esse bloco-chave de votação”, com o “púlpito forte do papado” para garantir a eleição de Hilary Clinton.
Yore sublinhou que “esta não é a primeira vez que a aliança profana entre Soros e o Vaticano colaboram com sucesso em um projeto político.” Em 2015, ela recordou, “os agentes de Soros, inflitrados no Vaticano, dirigiram a Agenda Ambiental do Papa Francisco, e conseguiram para Soros e para as Nações Unidas uma Exortação Apostólica sobre mudanças climáticas [ndt: na verdade, trata-se da encíclica Laudato Si], um premiado endosso papal dosObjetivos do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas bem como a benção apostólica do Papa para o Tratado do Clima de Paris”.
Em termos dos objetivos de Soros de mudar as prioridades da Igreja Católica para bem longe dos absolutos morais, dois bispos dos Estados Unidos se destacam como campeões do movimento. O Bispo de San Diego Robert McElroy,  que tem repetidamente enfatizado a mudança de prioridades da Igreja e que tem todo o apoio do “filho predileto” do Papa Francisco, o Arcebispo de Chicago Dom Blase Cupich [ndt: nomeado recentemente por Francisco como membro da Congregação para os Bispos, o que tornará o arcebispo de Chicago pessoa chave na nomeação de todos os bispos dos Estados Unidos]. McElroy criou furor na reunião da Conferência Episcopal Americana em novembro passado por sua tentativa de alterar um documento instruindo os católicos sobre como votar.
McElroy argumentou que o documento estava fora de sintonia com as prioridades Papa Francisco – especificamente, por colocar muita ênfase no aborto e a eutanásia, e não o suficientemente sobre a pobreza e o meio ambiente. Cupich depois louvou a intervenção de McElroy como um “momento realmente elevado” para a Conferência e apoiou o movimento para colocar a degradação do meio ambiente e a pobreza global no mesmo nível do aborto e da eutanásia.
Concluindo seu relatório final e refletindo sobre o sucesso do financiamento para influenciar a visita papal, o grupo de Soros se mostrou muito satisfeito com os resultados. Olhando para o futuro, eles estão muito animados de que o objetivo de a longo prazo mudar as prioridades dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já “está em andamento.”
Via: FratresInUnum.com