sábado, 6 de maio de 2017

O FIM DA UNIÃO EUROPÉIA?

É tudo ou nada. Amanhã, 7 de maio, uma semana antes do centenário de Nossa Senhora de Fátima, poderemos presenciar o rasgão definitivo na textura do monstrengo globalista que parasita a Europa.
Por qual motivo a União Européia pode acabar?
Após o Brexit, que sacramentou a retirada da Inglaterra do bloco, a eleição de Marine Le Pen e sua promessa de fazer o mesmo pela França (o "Frexit") significaria retirar da UE o segundo de seus pilares fundamentais em menos de um ano.
Com isso, certamente seria desencadeado um movimento de dominós, em que outros países menores, insatisfeitos com o bloco e com as imposições absurdas de seus burocratas, se sentiriam encorajados para também promover a sua retirada, agora que já precedidos por duas grandes potências européias.
Por esse motivo, a eleição de amanhã é, realmente, tudo ou nada para o movimento globalista. E eles não querem perder: as denúncias de fraude, de eleitores excluídos de listas, de cártulas de votação adulteradas, são muitas.
Mesmo assim, eu acredito que Marine Le Pen tem condições de vencer. Ontem eu publiquei um texto neste perfil e um artigo no Senso Incomum explicando as razões desta convicção (o link para o artigo se encontra nos comentários). Uma análise das tendências verificadas no eleitorado permite concluir que a candidata de Front National tem boas chances de vitória.
As pesquisas continuam apontando que Macron vencerá com 62% dos votos, mas devemos observar estas sondagens com muita cautela, não só pelo erro verificado no Brexit e na eleição de Trump, mas também porque as pesquisas ignoram um fator fundamental: a abstenção e o desejo que o eleitor tem de sair para votar.
Numa eleição tão polarizada, em que se embatem dois candidatos diametralmente opostos, o clima de "já ganhou" em que está imersa a campanha de Macron pode acabar se tornando um tiro no pé: seus eleitores sentem que não precisam votar, enquanto os eleitores de Le Pen tendem a sair de casa exatamente para barrar o adversário.
A essa hora, amanhã, saberemos o vencedor das eleições francesas. Boas tendências acompanham Marine Le Pen. Torçamos para que elas se confirmem e o povo francês diga "não" ao bloco europeu e à islamização de seu país.
E com isso, talvez, passemos a experienciar o fim da União Européia.

Texto do jurista e comentarista político Taiguara Fernandes 

Marine Le Pen deve vencer as eleições francesas neste domingo


(...)pelo menos, é isso que apontam as tendências de voto que eu e André Andrade analisamos numa matéria completíssima, para o Senso Incomum.
Por que acreditarmos nisso?
Em resumo, pelo seguinte:
1 – O eleitorado de Jean-Luc Mélenchon é formado, em sua maior parte, por operários que votaram pela proteção de seus empregos e contra o “mercado global”, representado por Emmanuel Macron e todos aqueles que o apoiam. Este eleitorado deve, em alguma medida, migrar para Le Pen, pois não se trata de um voto totalmente ideológico.
2 – O eleitorado de François Fillon ainda é composto por muitos conservadores gaullistas (seguidores da linha de Charles de Gaulle, que priorizam a herança cultural francesa) e católicos. Os dois grupos têm grandes problemas com Macron e tendem a votar em Le Pen, contra o candidato globalista. Os primeiros, por se oporem à diluição da França na União Européia; os segundos, por saberem que Macron sustenta pautas morais inaceitáveis e que sua eleição representa mais cinco anos de islamização da França.
3 – O voto de contestação ao establishment está muito forte nestas eleições. Como Macron é visto – e Le Pen tratou de enfatizar bastante isso – como um ex-Ministro de Hollande, um banqueiro e alguém que se aliou com todas as raposas velhas das tradicionais esquerda e direita francesas, a tendência de voto contrário a ele por simples contestação ao estamento burocrático também se verifica.
4 – Tanto na extrema-esquerda, quanto no centro e na direita, existem largos setores que compartilham com Marine Le Pen uma plataforma eurocética. O voto contra a União Européia, se somados todos os candidatos que propuseram isso, é avassalador. A candidata de Front National tem condições de colher parcelas desses votos que, no cômputo final, farão toda a diferença.
5 – Marine Le Pen fez um bom trabalho no segundo turno, ajustando seu discurso para obter respaldo junto ao eleitorado gaullista de Fillon. Nomeou Dupont-Aignan, conservador gaullista e candidato derrotado pelo Debout la France, como seu primeiro-ministro, demonstrando maturidade política e capacidade de concessão, pelo bem maior da França, um ato que foi clara sinalização aos setores conservadores ainda desconfiados do seu partido.
6 - Quanto ao eleitorado de Jean Luc-Mélenchon, o convite da extrema-esquerda à abstenção deve favorecer a candidata de Front National, pois seriam votos naturalmente contrários a ela, com os quais Macron não poderá contar. E, destes votos, ainda há aqueles que votarão em Le Pen, tratados no item 1.
Essas e outras tendências, minuciosamente delineadas no nosso artigo, se confirmadas, nos permitem apostar numa vitória apertada de Marine Le Pen, talvez entre 51-52% dos votos.
Contudo, existe um problema: perder a França é uma perspectiva horrível para a elite globalista ocidental. Depois do Brexit e de Trump, uma nova surpresa seria inaceitável. Por esse motivo, os globalistas estão atuando de forma ostensiva para fraudar as eleições. São muitas as denúncias de fraude, também tratadas no artigo. Esta tendência negativa, incontrolável e de alcance imprevisível, certamente poderá prejudicar Marine Le Pen e, talvez, seja o seu maior -- ou único -- obstáculo nesse momento. Portanto, muita cautela quanto a esse ponto é necessária.
Resta torcer para que as tendências se confirmem e o povo francês saia para votar – e rezar para que sejam em número maior que a fraude já em ação.
Link para a nossa análise no Senso Incomum: http://buff.ly/2pKQoNK

Texto do comentarista Político e Jurista Taiguara Fernandes.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Trump anistia Freiras Católicas perseguidas por Obama


Hoje, Dia Nacional da Oração (National Day of Prayer), o Presidente Donald Trump chamou ao palco principal, para uma saudação especial, as freiras da Congregação Little Sisters of the Poor.
Você sabe quem elas são?
As Little Sisters of the Poor foram algumas das principais vítimas da perseguição religiosa promovida pelo governo de Barack Obama. Quando o Obamacare, a lei de saúde pública do presidente democrata, obrigou todas as instituições de saúde e hospitais a fornecerem contraceptivos, inclusive esterilização e pílulas abortivas, as religiosas resistiram ao governo, afirmando que estas práticas ofendiam a religião católica e violavam sua consciência.
Como Obama nunca respeitou a consciência de ninguém, bom aspirante de Lênin que é, partiu para o ataque violento contra as Little Sisters of the Poor, o que acabou gerando uma enorme batalha judicial, que foi parar na Suprema Corte. Obama utilizou até mesmo a Receita Federal americana para perseguir as freirinhas!
Donald Trump assinou hoje uma Executive Order para garantir a liberdade religiosa das Little Sisters of the Poor e outras entidades, excetuando-lhas da obrigação de fornecer contraceptivos e abortivos, como queria Obama. Trump também determinou que o governo federal desista de todas as batalhas judiciais contra as freiras.
A presença das Little Sister of the Poor no palco principal é um ato de justiça do Presidente Trump, mas também um exorcismo do espírito totalitário que invadiu a Casa Branca por oito anos.
Sim, estamos diante de um grande Presidente.

Informação e Texto originais extraídos do Facebook do comentarista politico  e jurista Taiguara Fernandes

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Atentado terrorista na Avenida Paulista

Na noite de ontem durante protesto contra a Lei de Migração organizado por movimentos patriotas, houve um atentado terrorista, praticado por imigrantes árabes, segundo noticiou a Folha.Uol foi preso Hasan Zarif, líder do movimento Palestina para Todos e Nur por jogar bombas contra os manifestantes, tudo isso aconteceu em plena avenida paulista o coração do país. O Instituto Bento XVI repudia qualquer ato de violência contra cidadãos brasileiros e manifesta seu apoio ao movimento pelo veto da Lei de imigração, a Europa já sofre hoje com os danos causados pelas fronteiras abertas e por uma política globalista, ainda dá tempo de livrarmos nossa nação desta desgraça. 



terça-feira, 2 de maio de 2017

Cardeal Sarah: A Igreja está sob risco de cisma

Por LifeSiteNews, Nova York, 24 de abril de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com
 O Cardeal Robert Sarah advertiu que a unidade da Igreja está sendo ameaçada por líderes influentes que, de dentro dela, “insistem” na ideia de que igrejas nacionais têm a “capacidade de decidir por si mesmas”  sobre questões morais e doutrinais.
“Sem uma fé comum, a Igreja é ameaçada pela confusão e então, progressivamente, pode acabar deslizando para a dispersão e o cisma”, disse ele.
“Hoje existe um sério risco de fragmentação da Igreja, de se dividir o Corpo Místico de Cristo ao insistir na identidade nacional das igrejas e, portanto, na sua capacidade de decidir por si mesmas, sobretudo no domínio tão crucial da doutrina e da moral”, acrescentou.
Católicos professam todos os domingos no Credo Niceno que a Igreja é “Una, Santa, Católica e Apostólica.” Estas são as quatro “marcas” assim chamadas da una e verdadeira Igreja.
Sarah, que vem de Guiné, fez os comentários quando foi perguntado em uma entrevista, no dia 18 de abril, pela organização “Ajuda à Igreja que Sofre” sobre a relação entre a “Igreja Africana” e a “Igreja Universal”.
O cardeal, que é o Prefeito da Congregação para o Culto Divino, afirmou que, estritamente falando, não existe tal realidade como  “Igreja Africana.”
“A Igreja Universal não é uma espécie de federação de igrejas locais”, disse. “A Igreja Universal está simbolizada e representada pela Igreja de Roma, com o Papa como sua cabeça, o sucessor de São Pedro e o chefe do colégio Apostólico, portanto, é ela que deu à luz a todas as igrejas locais e é ela que as sustenta na unidade da fé e do amor”.
Os comentários de Sarah serão vistos por alguns como uma oposição ao impulso que o Papa Francisco está dando às conferências episcopais de cada país, garantindo-lhes mais poder, até mesmo para resolver disputas doutrinais e morais.
Em sua exortação Evangelii Gaudium de 2013, o Papa Francisco pediu uma “conversão do papado”, que iria ajudá-lo  no “exercício” do ministério petrino.  Ele criticou no mesmo documento  a “centralização excessiva” do poder no ofício de Pedro, sugerindo que as conferências episcopais devem ser “empoderadas” com “autoridade doutrinária genuína.”
Francisco também escreveu sobre uma Igreja descentralizada em sua Exortação Amoris Laetitia de 2016: “Gostaria de deixar claro que nem todas as discussões sobre assuntos doutrinais, pastorais e  morais precisam ser resolvidas por intervenções do Magistério… Cada país ou região,  além disso, podem procurar soluções mais adequadas à sua cultura e sensíveis às suas tradições e as necessidades locais. “
Segundo o Arcebispo Stanislaw Gadecki, presidente da Conferência dos bispos da Polônia, o papa disse aos bispos poloneses no ano passado, que uma Igreja descentralizada seria capaz de interpretar encíclicas papais e resolver questões controversas, como dar a comunhão aos católicos divorciados e recasados civilmente.
Na entrevista à Ajuda à Igreja que Sofre, o Cardeal Sarah disse que a Igreja só vai crescer em todo o mundo se estiver unida pela “nossa fé em comum e nossa fidelidade a Cristo e ao seu Evangelho, em união com o Papa.”
“Como o Papa Bento XVI nos diz: ‘É claro que a Igreja não cresce ao tornar-se individualizada, separando-se a nível nacional, encerrando-se fora do contexto ou dentro de um contexto culturalmente específico, ou se outorgando um papel inteiramente cultural ou nacional. Em vez disso, a Igreja precisa ter unidade de fé, unidade de doutrina, unidade de ensino moral. Ela precisa do primado do Papa e de sua missão de confirmar na fé seus irmãos”, disse ele.
Mais adiante na entrevista, Sarah disse que a Igreja estaria “gravemente equivocada” se pensasse que questões de justiça social como a luta contra a pobreza e ajudar os migrantes são sua verdadeira missão.
“A Igreja está gravemente equivocada quanto à natureza da crise real, se ela acha que sua missão essencial é oferecer soluções para todos os problemas políticos relacionados com a justiça, a paz, a pobreza, a recepção de migrantes, etc… enquanto negligencia a Evangelização”, disse.
O cardeal disse que enquanto a Igreja “não conseguir dissociar-se dos problemas humanos”, ela acabará por “falhar em sua missão”, se ela se esquecer de seu verdadeiro propósito. Sarah, em seguida, baseou-se em Yahya Pallavicini, uma ex-católica italiana que se converteu ao Islã, para conduzir seu argumento: "Se a Igreja, com a obsessão que tem hoje com os valores da justiça, dos direitos sociais e da luta contra a pobreza, acabar, como resultado, por esquecer sua alma contemplativa, ela irá falhar em sua missão e será abandonada por muitos de seus fiéis, devido ao fato de que eles não mais reconhecerão nela o que constitui sua missão específica."
Via: Fratres In Unum 

sábado, 29 de abril de 2017

O fracasso da Greve Geral e o colapso da CNBB


"As minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem" João 10, 27

A Greve Geral organizada pelos movimentos sindicais e com o apoio da CNBB não passou de um grande fracasso, segundo os dados da Policia Militar não conseguiu reunir nem 100 mil pessoas em todo o país, número insignificante diante dos milhões que foram as ruas pelo impedimento da ex-presidente Dilma em um passado recente. O protesto de ontem se resumiu a atos de guerrilha com pneus queimados, patrimônio (Público e Privado) depredados e sem apoio nenhum da população de bem da nação brasileira. 

Mesmo com todo o apoio da CNBB os fieis Católicos não aderiram em massa ao movimento, e a convocação religiosa se resumiu ao grito de poucos religiosos que envergonham os Santos da Igreja ao colocar o santo hábito religioso para um movimento ideológico, mas que ao termino o retira para colocar as vestes da mundanidade. Os fieis não seguiram a orientação dos Bispos, porque conhecem a voz do Bom Pastor que é o próprio Cristo Jesus. 

A Igreja Santa, Pura e irrepreensível aos olhos de Deus resistirá a todas essas chagas e ressurgirá vitoriosa no horizonte do Cruzeiro do Sul. Ela que é Santa, Católica, Apostólica e Romana. Roguemos para que Deus mande pastores segundo o seu coração para a terra de Santa Cruz e não mercenários. 

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Nota: Sobre o apoio dos Bispos a Greve Geral

(Imagem meramente representativa da CNBB)

Muitos Bispos Católicos estão se manifestando a favor da Greve Geral marcada para o dia de amanhã (28), mas o que poucas pessoas sabem é tal movimento que se diz contra a reforma da previdência e a reforma trabalhista é orquestrada pelos movimentos de esquerda, os mesmos que até pouco tempo atrás saqueavam a Nação. Estes mesmos Bispos ficaram calados durante o saqueamento que a Nação passou durante mais de década de Governo populista, durante a aprovação do aborto no STF de maneira inconstitucional (Fizeram uma simples nota), durante a aprovação também de maneira inconstitucional da união civil homossexual; mas agora de maneira prodigiosa despertam do sono. É vergonhoso para os Católicos verem seus pastores sendo guiados por motivos partidários e não pelos ensinamentos dos Evangelhos.  

Não se trata de ser a favor das reformas em sua forma atual, mas sim questão de coerência, pois estes movimentos são contra a Lava-Jato e não tem o sentimento nacional de Pátria, o maior objetivo é a propaganda política do ex-presidente Lula. Muito nos entristece saber que Bispos sucessores dos Apóstolos, revestidos da plenitude do Sacerdócio de Cristo convoquem os fieis a participarem de tais atos, porém deve ser ressaltado que esta não é uma posição oficial da Igreja Católica, mas sim pessoal de alguns Bispos e da CNBB.

Em relação as reformas o Instituto Bento XVI declara que elas devem ser feitas, todavia não aceitamos a forma que o atual governo (Que foi aliado do PT durante mais de uma década) o faz. É impossível manter a previdência nos atuais moldes, acreditamos que seja necessário uma revisão urgente dos super-salários e um rigor maior  na concessão de certos benefícios temporários. Defendemos o fim do imposto sindical, maior flexibilidade na relação empregado-empregador com enfase em mudanças drásticas na CLT (Adequando-se ao exemplo Norte-Americano) redução de impostos sobre as empresas, diminuição da interferência do estado na economia, privatização dos Correios e a quebra de seu monopólio. Estas reivindicações se feitas com o verdadeiro sentimento patriótico, sobre o brilho das cores nacionais e não sobre a desgraça vermelha, serão motivos de progresso e glória para o Brasil. 

Pedimos a Nossa Senhora Aparecida que abençoe a Nação Brasileira e que dê discernimento ao Episcopado para que se guie pela luz da Verdade e não pela via ideológica da esquerda. 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

IBP: Semana Santa no Rito Tradicional em 5 Capitais Brasileiras

Nunca se teve tantas Missas Tridentinas no Brasil desde a Reforma Litúrgica de 60 como agora, além dos Neo-sacerdotes das Dioceses que frenquentemente aderem a Liturgia de Pio V, devido as vocações Brasileiras do Instituto do Bom Pastor foi possível pela primeira vez que a Semana Santa fosse celebrada segundo a Forma Tradicional do Rito Romano em 5 Capitais diferentes neste ano de 2017. São Paulo, Curitiba, Brasilia, Recife e Belém tiveram essa graça, com a grande participação dos fieis que em sua grande maioria são jovens, mostrando a força da tradição ao atrair as novas gerações. 

Recife - Padre José Luiz Zucchi, IBP.



Curitiba: Padre Renato Coelho, IBP. 

São Paulo: Padre Luiz Fernando Pasquotto, IBP.


 Belém: Padre Tomás Parra, IBP. 

 Brasília: Padre Thiago Bonifácio e Daniel Pinheiro, IBP.

Via: Meios de comunicação do IBP - Brasil 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Santa Sé permite Missa Tridentina dedicada ao Imaculado Coração de Maria no Centenário de Fátima

Mais uma boa notícia vinda de Roma: a Comissão Pontifícia Ecclesia Dei publicou hoje um decreto com o qual se permite que, no próximo dia 13 de Maio, os sacerdotes que celebram o Rito Romano Antigo (vulgo Missa Tridentina) celebrem uma Missa votiva de II classe. Deverão, para esse propósito, usar os textos e as orações da Missa votiva do Imaculado Coração de Maria, que, no calendário antigo, se celebra no dia 22 de Agosto.

No texto, escrito em latim, justifica-se esta concessão pela comemoração dos 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima.

OBS: O indulto tem valor apenas neste ano de 2017, a não ser que posteriormente a Memória de Nossa Senhora do Rosário de Fátima seja incorporada ao Missal Antigo pela Santa Sé. 


Via: Senza Pagare