terça-feira, 9 de maio de 2017

Dom Odilo discorda da CNBB sobre posição política


Em dissonância com a cúpula da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, adotou um tom mais brando sobre as principais reformas defendidas pelo governo Michel Temer.
"Penso que de toda maneira há necessidade de reformas tanto na lei trabalhista como na lei da Previdência", disse nesta segunda-feira (10), na sede da Cúria Metropolitana. "Sim, acho que é necessário fazê-las e fazê-las bem."
Em março, o conselho permanente da maior entidade católica do país divulgou uma nota para manifestar "apreensão" com as mudanças na Previdência propostas por Temer. O prelúdio cita uma passagem do livro de Amós (Antigo Testamento): "Ai dos que fazem do direito uma amargura e a justiça jogam no chão".
"Os direitos sociais no Brasil foram conquistados com intensa participação democrática; qualquer ameaça a eles merece imediato repúdio", diz o texto, assinado por presidente, vice e secretário-geral da CNBB, respectivamente dom Sergio da Rocha, dom Murilo Krieger e dom Leonardo Steiner.
Para o 1º de Maio, uma nova mensagem, desta vez sobre "o risco de perda de direitos trabalhistas e de precarização das relações de trabalho", como disse dom Sergio à Folha.
Na semana passada, em entrevista à Rede TV!, Temer afirmou que a oposição às reformas vinha de "uma parte da CNBB e nada mais do que isso". "E o que está acontecendo com uma parte da CNBB, não é que eles estejam contra, é que eles fazem uma coisa que a Igreja sempre fez, que é proteger os pobres", acrescentou.
Segundo dom Odilo, os comunicados do alto escalão da entidade não falam por todos os bispos. "Aquelas manifestações não tiveram apoio explícito da CNBB."
"É claro que há bispos mais afinados com certas tendências", disse o arcebispo paulista.
Por se tratar "de um assunto complicado que mexe com os brasileiros", críticas de parte do bispado "são muito normais". Só não devem ser confundidas com uma posição oficial contra a gestão Temer, até porque "a CNBB não é sindicato ou partido que se manifesta a favor ou contra o governo".
Dom Odilo destaca que os textos que hoje tramitam pelo Congresso já sofreram muitos ajustes, ou seja, dá para discutir como melhorar as reformas. "Estamos num momento de diálogo."
"Por outro lado, é difícil que todos se sintam satisfeitos. Também há situações de difícil ajuste. Em alguns casos, trata-se de perder posições alcançadas, diríamos privilégios", afirmou.
REFORMA POLÍTICA
O líder católico também defendeu outra reforma, esta mais distante do horizonte do atual governo: a política.
Ele repercutiu a nota "Grave Momento Nacional", na qual a CNBB abordou a "crise ética" num país refém do "fisiologismo político que leva a barganhas sem escrúpulos", pediu uma "profunda reforma do sistema político" e se mostrou apreensiva com "a ascensão de salvadores da pátria", caso o desinteresse do povo por seus governantes avance.
"Não se poderia pensar numa democracia sem haver ampla liberdade de organização política", afirma dom Odilo. Mas a "infinidade de partidos" é "excessiva" e deve ser combatida por uma "boa reforma política", diz.
Mesmo as siglas maiores não devem ganhar cheque em branco da sociedade, segundo o católico. "Evidentemente que com isso não se está dizendo que partidos podem ser corruptos, fazer maracutaia."
Fora de moda com o eleitorado, os políticos tradicionais ainda importam, diz dom Odilo. "Com quem nós devemos contar se não com eles? Não são todos que estão corrompidos. Devemos considerar que há políticos honestos também."
Já candidatos "antipolíticos que se apresentam como messiânicos" provocam receio. "A história mostrou que alternativas personalistas não são boas para a sociedade."
Questionado sobre o prefeito João Doria, um dos que veste esse manto do "antipolítico", dom Odilo afirma que às vezes "discurso e realidade podem não sintonizar". "Quem governa faz política."
Via: Folha de São Paulo

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Cardeal Burke virá ao Brasil em Junho

Através de sua assessoria de imprensa a Editora Ecclesiae confirmou para Junho a vinda do Cardeal Raymond Leo Burke  para o lançamento do Livro "O Amor Divino Encarnado" que fala sobre a Sagrada Eucaristia como o sacramento da caridade a luz de São João Paulo II e Bento XVI. O Cardeal Burke é conhecido mundialmente por ser um fiel defensor da Sã Doutrina, por se opor as heresias contra o matrimonio e por ser um dos formuladores das Dubias, também constantemente celebra Missas, Pontificais Solenes e Ordenações segundo a Forma Extraordinária do Rito Romano(Rito de São Pio V).
O Cardeal estará em Brasília no dia 16 de junho de 2017, às 19h, no hotel Windsor Plaza, no Rio de Janeiro no dia 18 de junho de 2017, às 19h, no hotel Windsor Guanabara , e em São Paulo no dia 21 de junho de 2017, às 19h, no Renaissance São Paulo Hotel.

Fiquem ligados em breve mais informações. 


A França escolhe se tornar um Califado

Encerrando nossa cobertura das eleições francesas mais um texto do jurista e comentador político Taiguara Fernandes: 

Acabei de ver o discurso de Marine Le Pen, reconhecendo a derrota. A avaliação que ela faz é correta: no primeiro turno das eleições francesas, ocorreu a queda das forças tradicionais do espectro político; no segundo turno, houve uma recomposição deste espectro, não mais dividido entre direita e esquerda, mas entre patriotas e globalistas.
Essa recomposição é um convite eloquente ao surgimento, como ela falou, de uma "nova força política", que deverá ser cada vez mais parecida com o bem-sucedido UKIP, dos britânicos, e se formará pela manutenção da aliança com o Debout la France, de Nicolas Dupont-Aignan (que já carrega consigo parte de Les Républicains). Por isso, no ato, Marine Le Pen mesma renunciou ao posto de líder do (antigo?) Front National.
Conquistando mais de 1/3 dos votos válidos, a proposta patriótica criou uma base firme -- ainda que derrotada -- para o futuro (se houver).
Na prática, Macron só foi eleito com 38% dos votos, pois o índice de abstenções, brancos e nulos, juntos, foi igualmente de 38%. Marine Le Pen, portanto, teve 24% dos votos reais.
Isso demonstra que a proposta patriótica e eurocética é viável e que existe um amplo terreno para trabalhá-la (pelo menos tão amplo quanto a própria votação de Macron). Mas isso não poderá ser feito através do Front National, cuja carga histórica é um impedimento. O partido precisa, portanto, ser refundado.
A ausência de Marion Maréchal-Le Pen se explica: se ela será "a nova cara" desta nascente força política, como alguns dizem, então ela não pode estar presente no instante em que a antiga força morre.
Até a próxima eleição presidencial francesa, se ainda houver França. (Nota do Editor) 
*Título também é acréscimo do editor

sábado, 6 de maio de 2017

O FIM DA UNIÃO EUROPÉIA?

É tudo ou nada. Amanhã, 7 de maio, uma semana antes do centenário de Nossa Senhora de Fátima, poderemos presenciar o rasgão definitivo na textura do monstrengo globalista que parasita a Europa.
Por qual motivo a União Européia pode acabar?
Após o Brexit, que sacramentou a retirada da Inglaterra do bloco, a eleição de Marine Le Pen e sua promessa de fazer o mesmo pela França (o "Frexit") significaria retirar da UE o segundo de seus pilares fundamentais em menos de um ano.
Com isso, certamente seria desencadeado um movimento de dominós, em que outros países menores, insatisfeitos com o bloco e com as imposições absurdas de seus burocratas, se sentiriam encorajados para também promover a sua retirada, agora que já precedidos por duas grandes potências européias.
Por esse motivo, a eleição de amanhã é, realmente, tudo ou nada para o movimento globalista. E eles não querem perder: as denúncias de fraude, de eleitores excluídos de listas, de cártulas de votação adulteradas, são muitas.
Mesmo assim, eu acredito que Marine Le Pen tem condições de vencer. Ontem eu publiquei um texto neste perfil e um artigo no Senso Incomum explicando as razões desta convicção (o link para o artigo se encontra nos comentários). Uma análise das tendências verificadas no eleitorado permite concluir que a candidata de Front National tem boas chances de vitória.
As pesquisas continuam apontando que Macron vencerá com 62% dos votos, mas devemos observar estas sondagens com muita cautela, não só pelo erro verificado no Brexit e na eleição de Trump, mas também porque as pesquisas ignoram um fator fundamental: a abstenção e o desejo que o eleitor tem de sair para votar.
Numa eleição tão polarizada, em que se embatem dois candidatos diametralmente opostos, o clima de "já ganhou" em que está imersa a campanha de Macron pode acabar se tornando um tiro no pé: seus eleitores sentem que não precisam votar, enquanto os eleitores de Le Pen tendem a sair de casa exatamente para barrar o adversário.
A essa hora, amanhã, saberemos o vencedor das eleições francesas. Boas tendências acompanham Marine Le Pen. Torçamos para que elas se confirmem e o povo francês diga "não" ao bloco europeu e à islamização de seu país.
E com isso, talvez, passemos a experienciar o fim da União Européia.

Texto do jurista e comentarista político Taiguara Fernandes 

Marine Le Pen deve vencer as eleições francesas neste domingo


(...)pelo menos, é isso que apontam as tendências de voto que eu e André Andrade analisamos numa matéria completíssima, para o Senso Incomum.
Por que acreditarmos nisso?
Em resumo, pelo seguinte:
1 – O eleitorado de Jean-Luc Mélenchon é formado, em sua maior parte, por operários que votaram pela proteção de seus empregos e contra o “mercado global”, representado por Emmanuel Macron e todos aqueles que o apoiam. Este eleitorado deve, em alguma medida, migrar para Le Pen, pois não se trata de um voto totalmente ideológico.
2 – O eleitorado de François Fillon ainda é composto por muitos conservadores gaullistas (seguidores da linha de Charles de Gaulle, que priorizam a herança cultural francesa) e católicos. Os dois grupos têm grandes problemas com Macron e tendem a votar em Le Pen, contra o candidato globalista. Os primeiros, por se oporem à diluição da França na União Européia; os segundos, por saberem que Macron sustenta pautas morais inaceitáveis e que sua eleição representa mais cinco anos de islamização da França.
3 – O voto de contestação ao establishment está muito forte nestas eleições. Como Macron é visto – e Le Pen tratou de enfatizar bastante isso – como um ex-Ministro de Hollande, um banqueiro e alguém que se aliou com todas as raposas velhas das tradicionais esquerda e direita francesas, a tendência de voto contrário a ele por simples contestação ao estamento burocrático também se verifica.
4 – Tanto na extrema-esquerda, quanto no centro e na direita, existem largos setores que compartilham com Marine Le Pen uma plataforma eurocética. O voto contra a União Européia, se somados todos os candidatos que propuseram isso, é avassalador. A candidata de Front National tem condições de colher parcelas desses votos que, no cômputo final, farão toda a diferença.
5 – Marine Le Pen fez um bom trabalho no segundo turno, ajustando seu discurso para obter respaldo junto ao eleitorado gaullista de Fillon. Nomeou Dupont-Aignan, conservador gaullista e candidato derrotado pelo Debout la France, como seu primeiro-ministro, demonstrando maturidade política e capacidade de concessão, pelo bem maior da França, um ato que foi clara sinalização aos setores conservadores ainda desconfiados do seu partido.
6 - Quanto ao eleitorado de Jean Luc-Mélenchon, o convite da extrema-esquerda à abstenção deve favorecer a candidata de Front National, pois seriam votos naturalmente contrários a ela, com os quais Macron não poderá contar. E, destes votos, ainda há aqueles que votarão em Le Pen, tratados no item 1.
Essas e outras tendências, minuciosamente delineadas no nosso artigo, se confirmadas, nos permitem apostar numa vitória apertada de Marine Le Pen, talvez entre 51-52% dos votos.
Contudo, existe um problema: perder a França é uma perspectiva horrível para a elite globalista ocidental. Depois do Brexit e de Trump, uma nova surpresa seria inaceitável. Por esse motivo, os globalistas estão atuando de forma ostensiva para fraudar as eleições. São muitas as denúncias de fraude, também tratadas no artigo. Esta tendência negativa, incontrolável e de alcance imprevisível, certamente poderá prejudicar Marine Le Pen e, talvez, seja o seu maior -- ou único -- obstáculo nesse momento. Portanto, muita cautela quanto a esse ponto é necessária.
Resta torcer para que as tendências se confirmem e o povo francês saia para votar – e rezar para que sejam em número maior que a fraude já em ação.
Link para a nossa análise no Senso Incomum: http://buff.ly/2pKQoNK

Texto do comentarista Político e Jurista Taiguara Fernandes.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Trump anistia Freiras Católicas perseguidas por Obama


Hoje, Dia Nacional da Oração (National Day of Prayer), o Presidente Donald Trump chamou ao palco principal, para uma saudação especial, as freiras da Congregação Little Sisters of the Poor.
Você sabe quem elas são?
As Little Sisters of the Poor foram algumas das principais vítimas da perseguição religiosa promovida pelo governo de Barack Obama. Quando o Obamacare, a lei de saúde pública do presidente democrata, obrigou todas as instituições de saúde e hospitais a fornecerem contraceptivos, inclusive esterilização e pílulas abortivas, as religiosas resistiram ao governo, afirmando que estas práticas ofendiam a religião católica e violavam sua consciência.
Como Obama nunca respeitou a consciência de ninguém, bom aspirante de Lênin que é, partiu para o ataque violento contra as Little Sisters of the Poor, o que acabou gerando uma enorme batalha judicial, que foi parar na Suprema Corte. Obama utilizou até mesmo a Receita Federal americana para perseguir as freirinhas!
Donald Trump assinou hoje uma Executive Order para garantir a liberdade religiosa das Little Sisters of the Poor e outras entidades, excetuando-lhas da obrigação de fornecer contraceptivos e abortivos, como queria Obama. Trump também determinou que o governo federal desista de todas as batalhas judiciais contra as freiras.
A presença das Little Sister of the Poor no palco principal é um ato de justiça do Presidente Trump, mas também um exorcismo do espírito totalitário que invadiu a Casa Branca por oito anos.
Sim, estamos diante de um grande Presidente.

Informação e Texto originais extraídos do Facebook do comentarista politico  e jurista Taiguara Fernandes

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Atentado terrorista na Avenida Paulista

Na noite de ontem durante protesto contra a Lei de Migração organizado por movimentos patriotas, houve um atentado terrorista, praticado por imigrantes árabes, segundo noticiou a Folha.Uol foi preso Hasan Zarif, líder do movimento Palestina para Todos e Nur por jogar bombas contra os manifestantes, tudo isso aconteceu em plena avenida paulista o coração do país. O Instituto Bento XVI repudia qualquer ato de violência contra cidadãos brasileiros e manifesta seu apoio ao movimento pelo veto da Lei de imigração, a Europa já sofre hoje com os danos causados pelas fronteiras abertas e por uma política globalista, ainda dá tempo de livrarmos nossa nação desta desgraça. 



terça-feira, 2 de maio de 2017

Cardeal Sarah: A Igreja está sob risco de cisma

Por LifeSiteNews, Nova York, 24 de abril de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com
 O Cardeal Robert Sarah advertiu que a unidade da Igreja está sendo ameaçada por líderes influentes que, de dentro dela, “insistem” na ideia de que igrejas nacionais têm a “capacidade de decidir por si mesmas”  sobre questões morais e doutrinais.
“Sem uma fé comum, a Igreja é ameaçada pela confusão e então, progressivamente, pode acabar deslizando para a dispersão e o cisma”, disse ele.
“Hoje existe um sério risco de fragmentação da Igreja, de se dividir o Corpo Místico de Cristo ao insistir na identidade nacional das igrejas e, portanto, na sua capacidade de decidir por si mesmas, sobretudo no domínio tão crucial da doutrina e da moral”, acrescentou.
Católicos professam todos os domingos no Credo Niceno que a Igreja é “Una, Santa, Católica e Apostólica.” Estas são as quatro “marcas” assim chamadas da una e verdadeira Igreja.
Sarah, que vem de Guiné, fez os comentários quando foi perguntado em uma entrevista, no dia 18 de abril, pela organização “Ajuda à Igreja que Sofre” sobre a relação entre a “Igreja Africana” e a “Igreja Universal”.
O cardeal, que é o Prefeito da Congregação para o Culto Divino, afirmou que, estritamente falando, não existe tal realidade como  “Igreja Africana.”
“A Igreja Universal não é uma espécie de federação de igrejas locais”, disse. “A Igreja Universal está simbolizada e representada pela Igreja de Roma, com o Papa como sua cabeça, o sucessor de São Pedro e o chefe do colégio Apostólico, portanto, é ela que deu à luz a todas as igrejas locais e é ela que as sustenta na unidade da fé e do amor”.
Os comentários de Sarah serão vistos por alguns como uma oposição ao impulso que o Papa Francisco está dando às conferências episcopais de cada país, garantindo-lhes mais poder, até mesmo para resolver disputas doutrinais e morais.
Em sua exortação Evangelii Gaudium de 2013, o Papa Francisco pediu uma “conversão do papado”, que iria ajudá-lo  no “exercício” do ministério petrino.  Ele criticou no mesmo documento  a “centralização excessiva” do poder no ofício de Pedro, sugerindo que as conferências episcopais devem ser “empoderadas” com “autoridade doutrinária genuína.”
Francisco também escreveu sobre uma Igreja descentralizada em sua Exortação Amoris Laetitia de 2016: “Gostaria de deixar claro que nem todas as discussões sobre assuntos doutrinais, pastorais e  morais precisam ser resolvidas por intervenções do Magistério… Cada país ou região,  além disso, podem procurar soluções mais adequadas à sua cultura e sensíveis às suas tradições e as necessidades locais. “
Segundo o Arcebispo Stanislaw Gadecki, presidente da Conferência dos bispos da Polônia, o papa disse aos bispos poloneses no ano passado, que uma Igreja descentralizada seria capaz de interpretar encíclicas papais e resolver questões controversas, como dar a comunhão aos católicos divorciados e recasados civilmente.
Na entrevista à Ajuda à Igreja que Sofre, o Cardeal Sarah disse que a Igreja só vai crescer em todo o mundo se estiver unida pela “nossa fé em comum e nossa fidelidade a Cristo e ao seu Evangelho, em união com o Papa.”
“Como o Papa Bento XVI nos diz: ‘É claro que a Igreja não cresce ao tornar-se individualizada, separando-se a nível nacional, encerrando-se fora do contexto ou dentro de um contexto culturalmente específico, ou se outorgando um papel inteiramente cultural ou nacional. Em vez disso, a Igreja precisa ter unidade de fé, unidade de doutrina, unidade de ensino moral. Ela precisa do primado do Papa e de sua missão de confirmar na fé seus irmãos”, disse ele.
Mais adiante na entrevista, Sarah disse que a Igreja estaria “gravemente equivocada” se pensasse que questões de justiça social como a luta contra a pobreza e ajudar os migrantes são sua verdadeira missão.
“A Igreja está gravemente equivocada quanto à natureza da crise real, se ela acha que sua missão essencial é oferecer soluções para todos os problemas políticos relacionados com a justiça, a paz, a pobreza, a recepção de migrantes, etc… enquanto negligencia a Evangelização”, disse.
O cardeal disse que enquanto a Igreja “não conseguir dissociar-se dos problemas humanos”, ela acabará por “falhar em sua missão”, se ela se esquecer de seu verdadeiro propósito. Sarah, em seguida, baseou-se em Yahya Pallavicini, uma ex-católica italiana que se converteu ao Islã, para conduzir seu argumento: "Se a Igreja, com a obsessão que tem hoje com os valores da justiça, dos direitos sociais e da luta contra a pobreza, acabar, como resultado, por esquecer sua alma contemplativa, ela irá falhar em sua missão e será abandonada por muitos de seus fiéis, devido ao fato de que eles não mais reconhecerão nela o que constitui sua missão específica."
Via: Fratres In Unum 

sábado, 29 de abril de 2017

O fracasso da Greve Geral e o colapso da CNBB


"As minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem" João 10, 27

A Greve Geral organizada pelos movimentos sindicais e com o apoio da CNBB não passou de um grande fracasso, segundo os dados da Policia Militar não conseguiu reunir nem 100 mil pessoas em todo o país, número insignificante diante dos milhões que foram as ruas pelo impedimento da ex-presidente Dilma em um passado recente. O protesto de ontem se resumiu a atos de guerrilha com pneus queimados, patrimônio (Público e Privado) depredados e sem apoio nenhum da população de bem da nação brasileira. 

Mesmo com todo o apoio da CNBB os fieis Católicos não aderiram em massa ao movimento, e a convocação religiosa se resumiu ao grito de poucos religiosos que envergonham os Santos da Igreja ao colocar o santo hábito religioso para um movimento ideológico, mas que ao termino o retira para colocar as vestes da mundanidade. Os fieis não seguiram a orientação dos Bispos, porque conhecem a voz do Bom Pastor que é o próprio Cristo Jesus. 

A Igreja Santa, Pura e irrepreensível aos olhos de Deus resistirá a todas essas chagas e ressurgirá vitoriosa no horizonte do Cruzeiro do Sul. Ela que é Santa, Católica, Apostólica e Romana. Roguemos para que Deus mande pastores segundo o seu coração para a terra de Santa Cruz e não mercenários.